shake it like a polaroid picture

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Written on sexta-feira, março 11, 2011 by Maria



Hoje a mim doem-me as costas. Acordei assim. Talvez da almofada. Lembro-me de a meio da noite ouvir um camião passar, provavelmente o do lixo, e de ter pensado, caraças isto de fazerem barulho e incomodar quem está a tentar dormir devia ser punido por lei.
E entretanto, enquanto um camião me fazia pensar e uma almofada me entortava a coluna, o vizinho tossia, o gato miava, o leite azedava no frigorifico, uma criancinha qualquer tinha um pesadelo e um velhinho qualquer tinha uma insónia. Num país bem do outro lado do mundo, eram duas e tal da tarde, e o inferno fez-lhes uma visita. Neste momento no Japão, o mundo virou-se ao contrario. As imagens arrepiam.
Imagino as famílias, a tentarem falar uns com os outros e a não conseguirem. A água a entrar rua adentro e a destruir o que encontra. E o Japão até é um país preparado para lidar com este tipo de acontecimentos. Há ordenamento do território. Há sistemas de alerta e socorro preparados e mesmo assim é impossível evitar o caos.
Aqui, se isto acontecesse, e não é impossível, seria catastrófico. Inimaginável.
E a única coisa que me passa pela cabeça, é que andamo-nos todos a queixar da crise, dos recibos verdes, das injustiças e às vezes de um segundo para o outro, tudo isso, deixa de ter importância, porque o chão ruiu e com ele, tudo o que conta.

Se eu fosse um discurso, não me importava de ser este.

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Written on segunda-feira, fevereiro 28, 2011 by Maria


"I have a feeling my career’s just peaked. 
My deepest thanks to the Academy. 
I’m afraid I have to warn you that I’m experiencing stirrings somewhere in the upper abdominals, which are threatening to form themselves into dance moves. Joyous as they may be for me, it would be extremely problematic if they make it to my legs before I get offstage, so I’m going to do my best to be brief with my gratitude first for being on this extraordinary list of fellow nominees, something quite formidable and possibly the greatest honor (...) And to the Anglo-Italian-American-Canadian access which makes up my family. And Livia for putting up with my fleeting delusions of royalty and who I hold responsibly for this and for really everything that’s good that’s happened since I met her. 
Now if you’ll all excuse me, I have some impulses I have to tend to backstage. Thank you very much".  

Maria, esse vídeo é bom

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Written on segunda-feira, fevereiro 21, 2011 by Piero

Mas acho que não sabes é que tudo começou quando ele fez um vídeo para o Emanuel:




Tão bom tão bom tão bom tão bom tão bom tão bom tão bom

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Written on segunda-feira, fevereiro 21, 2011 by Maria

São Valentim

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Written on quinta-feira, fevereiro 17, 2011 by Maria

Nunca gostei do dia. Nunca lhe liguei nenhuma. No ano passado, só  depois de sermos barrados em dois restaurantes diferentes seguidos é que nos lembramos que era "dia dos namorados".
Este ano, ele ofereceu-me uma caixinha de chocolates. Mas só no dia 15 de Fevereiro, para ser do contra.

O segredo do chupa-chupa

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Written on quinta-feira, fevereiro 17, 2011 by Piero

Acabei agora de comer um chupa-chupa (coisa um bocado gay mas saborosa). Alguém me sabe responder porque é que todos os páus dos chupas têm este buraco?


A minha imaginação de puto dizia-me que isto era um tipo de flauta em que se podia soprar e fazer barulho, mas estranhamente nunca consegui...


Pronto é no que dá beber meia garrafa de vinho ao almoço.

Esta é a ideia para blog que eu gostava de ter tido.

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Written on terça-feira, fevereiro 15, 2011 by Maria

The Lisa Simpson book club     já nos meus bookmarks.

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Written on sexta-feira, fevereiro 04, 2011 by Piero

Toda a gente conhece esta música, certo?




Pois que eu hoje descobri que esta música é um cover desta música.



Quando descubro isto fico sempre com mixed feelings. Por um lado gosto que se façam covers e se faça renascer a música. Por outro detesto que não se dê crédito mais visível a quem criou a música. Por exemplo, sabem que o Valerie da Amy Winhouse é de uma banda de Liverpool? E como estes casos devem haver milhares por aí.

Posto isto, proponho aqui uma lei que vai mudar o mundo (ou apenas o meu): quando é cover é obrigatório por o nome do artista que a criou, no título do cover.

Aí sim o mundo seria um sítio melhor!

We're marketing for the wrong people

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Written on quarta-feira, fevereiro 02, 2011 by Piero

Cuidado, este vai ser um post sobre a área profissional dos dois escritores deste blog. Quem não gostar, por favor vá para a pipoca mais doce e afins :) mas mesmo assim vai ser curto e directo, portanto mal se vai notar.


Ontem fui a um jantar em que a média de idade devia rondar os 60/70 anos. Como seria de imaginar, não ia com a maior pica do mundo e ter de beijar montes de mulheres com barba também não.

Pois que no final do jantar percebi que aqueles "jovens da 3ª idade", como eles se gostam de chamar, vivem uma vida quase paralela onde se divertem loucamente, à sua maneira.

E no caminho para casa pus-me a pensar. Esta gente é que devia ser o target da publicidade e não os jovens. Ora vejamos:


  • eles têm saúde e vigor não igual ao dos jovens
  • têm mais tempo livre que os jovens, pois a maioria são aposentados
  • têm MUITO mais dinheiro que os jovens
  • são altamente susceptíveis a desejos e aspirações como os jovens (vi roupa de marca e blackberrys por exemplo)
E com isto tudo, ainda continuamos a apostar no target jovem como o melhor target! É normal pensarmos que estas pessoas já são velhas, não têm dinheiro, não percebem nada disto que anda à volta delas, mas ontem descobri que é mentira.

Será que uma marca de TV's deve apostar em jovens que se vêem à rasca para comprar uma tv de 300€ ou nestes "jovens" que compram uma de 1000€ quase sem problemas? Ou mesmo jeans? Ou carros? etc.

Pronto era isto. Podemos voltar ao ritmo normal :P

E eu até nem sou nada pessimista e queixinhas, mas lá que é verdade é.

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Written on segunda-feira, janeiro 31, 2011 by Maria

Ainda não tinha percebido porque é que andava toda a gente a postar isto. Até ter visto hoje e ter lido a letra.
É uma verdade pura e dura. Brilhantemente escrita. Igualmente cantada. Todos no Coliseu se identificaram e percebe-se isso a cada aplauso que surge depois de cada verso. Tão verdade, tão marcado nas nossas peles. E todos de mãos atadas, sem poder fazer nada, a não ser aplaudir os Deolinda, que disseram de forma tão simples, o que todos andamos a querer dizer. Arrepiei-me.



Deolinda - Parva que sou


Sou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!
Porque isto está mal e vai continuar,
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘casinha dos pais’,
se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
e ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?’
Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!
Sou da geração ‘eu já não posso mais!’
que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Talento. 16 anos.

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Written on quinta-feira, janeiro 27, 2011 by Maria




Sem palavras.

um vício.

Qual é o presente qual é ele que estava na lista e me veio parar às mãos?

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Written on terça-feira, janeiro 25, 2011 by Maria


Se não foi o Relógio, nem a Lomo.
Não percebo porquê, mas também não foi a Mala de dinheiro, nem a Polaroid. Damn!

Se ninguém me levou a um espectaculo e depois aos bastidores do Ricky Gervais, nem calcei uns Adidas novos, nem fui correr com os  Reebok para o rabo ficar riginho.

Se não foi o cão, caramba queria taaannnto! Nem as botas Timberland, nem inexplicavelmente a Casa com piscina e jardim ou o Gran Prix em Cannes. 
O presente foi.....

Agora sim, o ultimo dos 20.

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Written on sexta-feira, janeiro 21, 2011 by Maria





A verdade é que nunca liguei muito à idade que faço. Desta vez, estou a ligar. Nos 18 não senti nada de especial. Estava mais concentrada na vida nova que estava a começar. Tinha acabado de chegar a Lisboa.  A casa estava por minha conta, os meus amigos tinham vindo comigo. É um momento especial para quem vive nas ilhas, pegar nas coisas e apanhar um avião. Chegar e saber que connosco, vieram todos os nossos amigos do liceu. Que estamos todos juntos. Sem pais. Com casas vazias e a liberdade e o futuro por nossa conta.
Aí começaram 10 anos novos na minha vida. No curso de direito primeiro. Nas festas todas. Todas as noites. Todos os fins de semana. Casa desarrumada de quinta a domingo. Segunda vinha a empregada. Os dias na sala de alunos. Os matraquilhos, o snooker, as horas infindáveis. As faltas às aulas apesar de estar sempre na faculdade. Os amigos novos. Para sempre. A minha prima T, sempre ali ao lado,  as nossas para sempre bebedeiras. A Brasserie. Conhecer Lisboa pelas linhas vermelha, amarela, azul, verde. A paixão que agora nem compreendo. A rotina desrotinada. E depois, o ódio pelo meu curso. O querer mudar. A mudança.
A turma nova. A faculdade de cara lavada de repente. Mais amigos. Para sempre e sempre e sempre, espero. O ténis outra vez. A Mariana em Milão. As Joanas em Roma. O qualromaqualq. Os amigos da madeira a desaparecer um a um. Todos a apanhar o avião de volta e eu a ficar.
Outro avião, agora para o Brasil. A Viagem. As Divas. O sufoco no bairro que ainda chateia. As noites de estudo e a casa pizza. Mtics. Rita Fuckingeiras. Ficar em casa à sexta. Descobrir a publicidade. O último dia de aulas. O fim de uma era. A Luiza em Londres.
O primeiro dia de trabalho. Os estágios. O primeiro contrato. O primeiro contrato no fim. O segundo contrato. A Nossa. A certeza. A incerteza. Ai o André. Ai o cabrão do André. A libertação. O CCP. Ai o André.  A Joana em Londres. A casa nova. A porta da casa de banho que eu sempre quis. Benfica. A zona e a vida nova. Ficar em casa sexta e sabado. E amanhã, o fim dos 20. Disseram-me ontem, se chegaste lá feliz, é isso que interessa. E se cheguei. 

4 para os 30 - Wishlist #3

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Written on terça-feira, janeiro 18, 2011 by Maria

Deve ser do melhor.

sempre quis abrir uma mala destas.

Tão giro.

E esta também deve ser do melhor que há.

8 para os 30 - Wishlist #2

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Written on sexta-feira, janeiro 14, 2011 by Maria

A única pessoa famosa que eu queria mesmo mesmo mesmo conhecer.

pode ser que resulte

Parecem ser giros

9 para os 30 - Wishlist #1

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Written on quinta-feira, janeiro 13, 2011 by Maria

Se ele deixasse.


Porque tenho a panca há anos mas nunca quero comprar porque acho que me vão ficar mal, porque são grandes.

Se o iPhone é o que é, imagino o iPad.

Assim já podia ter o cão. E sitio para fazer a festa à grande.

Tinha emprego e confiança para o resto da vida.

And when things get tough, be quiet oh nigga

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Written on quinta-feira, janeiro 13, 2011 by Piero

Só porque ouvi isto agora em português e pensei que em inglês ficava muito mais giro.

Tenho uma coisa a dizer sobre o caso Renato Se abra e Carlos, Castro!

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Written on segunda-feira, janeiro 10, 2011 by Maria



Não é palhaçada. Serio que não.

Acho que isto só reflecte, o mundinho perigoso e difícil da alta sociedade, especialmente, o relacionado com a moda. Como é óbvio, sendo eu uma simples anónima, não conhecia Carlos Castro de lado nenhum, mas li coisas que ele escreveu e a única opinião que sempre tive dele, é que era má pessoa. Não se importava de enxovalhar a primeira pessoa que lhe aparecesse à frente, de humilhar e de criar conflitos.
Uma pessoa que fazia disto a sua vida, não merecia ser feliz, é duro, mas é o que eu acho.
Não sei nada de nada. Mas posso obviamente imaginar o que aconteceu. E cá vai a minha teoria, baseada em tudo o que ouvi e li.

Renato, queria ser modelo. Para isso, a melhor ideia que teve foi mandar um mail ao Carlos Castro dizendo que ele poderia ajudá-lo. Carlos Castro, gato assanhado, pediu-lhe uma fotografia de rosto e de corpo e assim que a recebeu disse ok, eu ajudo-te, sai lá de Cantanhede e vem conhecer-me a Lisboa.
Foram jantar e sem que Renato percebesse, já estava inscrito num concurso de Tv da Fátima Lopes e até teve de comprar uma agenda para marcar todos os compromissos que entretanto lhe surgiram. Jantar com o Carlos e o Zeca no Tavares; Ir ao Trumps com o Carlos e o Ruizinho; Ir a um casting para os morangos com açúcar verão; etc.
Quando chegou ao Natal, Carlos já não largava Renato por nada deste mundo e Renato pensou, este gajo é querido, prometeu que me levava a desfilar a Paris e a NY, tão amigo. Será que sou gay por ele me ter feito uma festinha na nuca?
Entretanto chegou o Natal, Renato voltou a Cantanhede, e na noite de 24 de Dezembro recebeu um sms do Carlos que dizia: Querido, vamos para NY os dois, vais desfilar, vai ser óptimo. Beijo.
Renato ficou feliz feliz. Contou à mãe e à treinadora que segundo o telejornal, é a sua 2ª mãe. E pensou, será que ter respondido ao Carlos com um beijo é porque ele me pegou a gayzice.
Dia 28 partiu.
E quando adormeceu ja em NY pensou, será que por estar a dormir nu, na mesma cama que o Carlos, sou gay?
Nos dias seguintes habituou-se à ideia e mesmo quando Carlos entrou a meio do seu duche dizendo que era para poupar água, ele não se importou. Passaram os dias a ir aos musicais, aos casinos e às festas Eyes Wide Shut.
Renato, começou a ter saudades da mãe e da outra mãe e até lhes ligou a dizer que já estava farto daquela vida de festas esquisitas, que a comida lhe sabia mal e tudo.
Até que um dia, ao deitar, Carlos tentou. Renato disse que lhe doía a cabeça. Mas Carlos insistiu. Pediu um vinho ao room service. Renato disse, deixa-me em paz. Carlos, disse, tu não me falas assim meu menino. Renato responde e tu não me voltas a encostar a garrafa de vinho no rabo que está fria ó meu palerma! Carlos responde, mas quando é que nós fazemos amor?!!  Renato diz, nunca oh paneleiro! Eu ainda não sou gay! Carlos: és és! Renato: Não sou não! Carlos: és! Renato: Não sou! Quem diz é quem é, cara de chulé! Carlos: és! Senão estás aqui a dormir comigo porquê? Renato: Por causa do dinheiro!!
E Carlos lá se calou. E as hospedes portuguesas que estavam no hotel, lá desencostaram as orelhas da porta do quarto e voltaram para a recepção ver quem entrava.
No dia seguinte, Renato estava nervoso, sentia um ardor esquisito lá em baixo, mas não sabia porquê. Não se lembrava do resto da noite. Já eram 17h. Até que viu uns pozinhos, uns comprimidinhos e um preservativo caídos ao lado da cama. De repente percebeu tudo. “este cabrão drogou-me e violou-me! Ele vai ver!”
Neste momento, Carlos acordou a sorrir, olhou para ele e disse, olá querido, ontem soube-te bem não foi? Vês como és..
Antes de acabar a frase, Carlos levou com um computador na cabeça. Renato agarrou no saca-rolhas e fez o que já se sabe. E passado uma hora, saiu do Hotel, passou por duas amigas que perguntaram por Carlos e respondeu: Ele nunca mais sairá deste hotel. Muuuahahahahahahahah!!

Passado uma hora, estava na brooklyn bridge a cortar os pulsos porque teve um raio de consciência e percebeu que estava fodido. 

Só pode ter sido isto.

Mensagem de Ano Novo

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Written on sexta-feira, janeiro 07, 2011 by Maria


This is why I love u :)

Coisas que oiço dos clientes e me dão cabo das ideias #3

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Written on terça-feira, janeiro 04, 2011 by Piero

Esta é daquelas que todos gostamos:

O target são todos os clientes, independentemente da idade


Ora bora lá fazer uma coisa que agrade uma criança de 4 anos que não sabe ler, uma mulher de 30 anos que não tem tempo para ver nada e um velho de 80 que não percebe nada do digital.

Vou então só ali buscar a capa e por um S no meu peito.

MELBOURNE, AUSTRALIA - MAY 23:  The Superman c...

Coisas que oiço dos clientes e me dão cabo das ideias #2

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Written on segunda-feira, janeiro 03, 2011 by Piero

Neste caso em relação a uns banners o cliente quer isto: são pedidas criatividades "alegres", "juvenis" e "coloridas".


Por muito que pense só consigo imaginar banners com arco-iris ou com a bandeira gay.

Alguém tem ideias que respondam ao pedido?

As calças da Moda

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Written on quarta-feira, dezembro 22, 2010 by Piero

Atenção: este post representa só e apenas a modesta opinião de quem não percebe nada de moda mas tem tempo a mais para pensar em porcarias. Se alguém tiver algum problema com a minha opinião, que me escreva e ofenda que eu gosto.


Ah e até certo ponto este post é um bocado gay. Mais uma vez estão à vontade para ofender.


Aqui a falar com uma colega (tão boa esta palavra) deu-me a vontade de escrever isto.

De há uns meses para cá tenho reparado numa tendência de calças que me tem feito uma certa estranheza. Andam para aí umas calças no corpo de algumas mulheres que são parecidas com estas:

Tudo começou quando vi uma das raparigas do Idolos com elas. Depois entrei numa Zara em que só havia disto. E de repente parece que as vejo em todo o lado o que me leva a crer que são As calças da moda. A questão aqui é que 99.9% das miúdas parece que andam com um saco de batatas atado quase ao pescoço.

Esta moda faz-me lembrar uma outra que houve em tempos que era da franja. No tempo da franja toda a garota que quisesse estar na moda tinha que ter franja. Se ficava bem ou não, era secundário. E o mesmo acontece com estas calças. Compra-se, usa-se seja bonito ou não.

Alguém sábio disse-me que só se pode usar estas calças quem for magro, sem anca e alto. O que me leva a pensar como seria a Jennifer Lopez dentro das calças.

Posto isto, e como acho que este post não vai mudar o mundo, prevejo que a nossa praça pública vá ficar recheada de saquinhos de batatas andantes (até ao pescoço). Mas na moda!


PS: na próxima rúbrica falaremos sobre a moda dos collants rasgados em pernas esguias

Vem aí o Natal!

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Written on segunda-feira, dezembro 20, 2010 by Maria

E eu não vou falar nisso.

Hoje meus amigos, venho falar-vos da crise.
Mentira.

Eu, quero mesmo é falar do amor. O melhor tema de sempre  no que toca a escrever textos.
O amor, ao contrário lê-se roma.  E eu nunca fui a Roma, apesar das minhas joaninhas terem vivido em Roma juntas em tempos.
Em Roma, há o coliseu e o Papa mora lá. E eu aposto que as Joanas, nunca viram o Papa.
Quanto muito, viram-no no ecrã gigante. Não é a mesma coisa. Assim também eu.
Agora, as joanas já não vivem na mesma casa. E pior ainda, já não vivem na mesma cidade. Ainda mesmo mesmo pior, já não vivem em roma. Uma vive na Lua e a outra na Londres.
Uma era toda do não quero casar e coisa e tal e vive com o namorado. Outra é toda das paixões e do romance e tem namorado mas ainda não casou.  E era bonito se isso acontecesse.
Para além das Joanas, há outras "joanas" no grupo. As "Joanas" são 6 e conhecem-se por outro nome muito Divinal que eu agora não vou dizer em público.
Todas querem estar juntas no Natal, mas desde que uma das Joanas de Roma foi para Londres com uma outra Joana que já viveu no mundo inteiro, que as tais "joanas" de nome Divinal, não se conseguem juntar todinhas. Ou porque eu vou para la isla bonita, ou porque alguém tem viagem marcada para Chateaux Blanc. Há sempre qualquer coisa. Este ano, para além da viagem para Chateaux Blanc e para La Isla Bonita, também há neve na pista de descolagem. E estamos todas com medo. Mas esta coisa do Natal é a mesma coisa que roma, dá-se sempre um milagre e assim como roma se transforma em amor, Natal transforma-se numa coisa Divinal, quer queiramos quer não. E eu quero! Eu quero e sei que todas querem, por isso, tudo vai correr bem. Crise, crise era nem no Natal conseguirmos estar todas juntinhas.
Se não correr bem, a crise continua, mas a boa noticia é que temos mais um ano inteirinho para continuarmos a tentar juntar as 6 "joanas" mais uma vez.

Caso não tenham reparado, esta é uma autêntica declaração de roma às minhas "joanas" divinais. Also known as .. não digo.

Ontem foi feriado e só me apeteceu sentar o rabo no sofá e não fazer um cú.

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Written on quinta-feira, dezembro 09, 2010 by Maria

Hoje, dia de trabalho, dei por mim a pensar que se não tivesse de estar aqui:

- ia ao ginasio
- ia ao cinema
- comprava presentes de Natal
- ia tomar café com amigos com quem não estou há seculos.
- marcava passagens para Londres, Barcelona, e sitios assim que dá para ir nos fins de semana.
- ia ao Fonte Nova comer um crepe. Duas bolas de nata e chocolate quente.
- ia à minha casa alugada ver se tenho correio.
- ia arranjar a mossa do meu carro.
- escrevia um texto fixe para  blog.
- pensava com tempo no que vou oferecer de aniversário ao meu namorido.
- pensava com tempo no meu "projecto".
- e via os episódios que ainda não vi do connan e da modern family.


fácil.

Medicina Alternativa

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Written on segunda-feira, dezembro 06, 2010 by Piero

A internet tem coisas fantásticas. Tão fantásticas que por pesquisas paralelas fui dar a um blog sobre medicina alternativa que promete resolver quase todos os problemas do mundo só com produtos naturais.

Ora aqui está a receita para eu me curar de todos os problemas que me assolam:


  • Com folhas de aboboreira assadas, faça uma pasta quente na região externa do ouvido durante 20 minutos.
  • Frite 2 dentes de alho em 2 colheres de azeite. Humedeça um pedaço de algodão no azeite morno e use-o para tamponar o ouvido.
  • Faça o sumo das folhas e talos de salsa. Amorne o sumo, nele humedeça um pedaço de algodão e use-o para tamponar o ouvido.
  • Num copo de água, deixe de molho durante 6 horas, 3 dentes de alho amassado. Tome 2 a 3 chávenas diariamente.
  • Beba sumo de pepino – um copo de manhã e outro à noite.
  • Beba sumo de beterraba. 1 Copo 2 vezes ao dia.
  • Beba sumo de cenoura. 1 Copo 2 vezes ao dia.
  • Ponha de molho 5 ameixas secas num copo de água durante 6 horas. Coma as ameixas e beba água.
  • Faça refeições exclusivas de manga 2 vezes por semana.
  • Coza e coma soja em saladas. Beba 1 copo de leite de soja 2 vezes ao dia.
  • Beba 1 copo de sumo de tomate depois do almoço.
  • Triture 3 fatias de casca de abacaxi, 1 copo de água e 2 colheres de mel, coe e beba.
  • Faça refeições exclusivas de ameixa 3 vezes por semana.
  • Beba água com limão.
  • Tisana das folhas do abacateiro, 20 para 1 litro de água. Tomar uma chávena 3 vezes ao dia.
  • Tomar 1 copo de manhã em jejum e um depois de almoço de sumo de pepino diluído em água.
  • 2 vezes por semana, faça refeições exclusivas de maçã.
  • Refeições exclusivas de Melão 1 vez por semana.
  • 3 vezes por semana, faça refeições exclusivas de pêra
Pronto, com este menu exclusivo, o vosso amigo viverá provavelmente até aos 250 anos.

Hmmm... mesmo assim acho que prefiro comer Mcdonald's e morrer cedo mas com cheiro às batatas fritas ;)


PS:  Não dá para comer uma salada de frutas e está-se livre durante uma semana?


Nop.

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Written on sexta-feira, dezembro 03, 2010 by Maria


Há alguma coisa mais irritante do que pessoas que cumprem todas as regras?
Eu respondo a mim própria. É pá, não há.
Impossível haver coisa mais irritante do que pessoas tomam o xarope sempre à mesma hora. Que limpam o computador sempre que vêem uma dedada no ecrã. Que compram películas para os ecrãs do telemóvel. Que fazem a bainha na costureira sempre antes de usar as calças. Que acordam às 9h da manhã ao sábado porque têm de aproveitar o dia. Que lavam sempre a roupa branca sem nada azul ou vermelho lá para o meio. Que não põem muito sal nas batatas porque faz mal. Que usam meias de descanso para não ficarem com varizes. Que têm sempre lencinhos na mala. Pessoas que nunca ficaram sem luz porque se esqueceram de a pagar. Aliás, porque pagam sempre no dia certo do mês. Pessoas que chegam sempre às 9h30 em ponto ao trabalho. Que pedem factura no parque de estacionamento. Que põem parquímetro todos os dias. Que sabem que os da PSP são “sr agente” e os da GNR são “sr guarda”. Que usam pulseiras da mesma cor que a camisola. Que acham sempre que as correntes de ar são um drama. Que se enojam com um cabelo no lavatório. E nunca deixam loiça empilhada. Pessoas que chegam sempre a horas. Que arrumam os cds por ordem. Que nunca ficam sem gasolina. Que têm de dormir oito horas!!! Oito horas senão ai ai ai! Que seca. Que pessoas são estas que não faltam a reuniões de condomínio. Que compram o jornal todos os domingos. Que contam as fendas na parede. Que separam sempre o lixo. Eu disse sempre. Que não vão ao McDonalds porque deve fazer muito mal. Nem comem pizza fria. Nem bolachas de chocolate com chantily daquele de lata. Pessoas que não têm um saco-cama algures lá em casa. É isso, resumindo, há alguma coisa mais irritante do que pessoas que nunca tiveram um saco-cama? Eu respondo a mim mesma. É pá. Não há. Mesmo. E eu conheço uns assim.

para ti

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Written on quarta-feira, novembro 17, 2010 by Maria

Hoje as minhas calças cheiram mal e tudo porque as tiramos da corda antes de secarem. E ontem adormecemos sem ver como acabaram os "gordos". E tu chateaste-te comigo por causa do iPhone. E eu fiquei sem saber o que me querias contar mais sobre o trabalho fixe do bricomarché. E o jantar no sitio do costume não correu tão bem como o costume. E não chegamos a nenhuma conclusão sobre o carro, nem sobre a casa, nem sobre a dona luisa. E hoje acordei com dores no pescoço por causa da almofada. E na semana passada as castanhas tinham bicho. E as de anteontem não tinham mas ficamos com uma dor de barriga daquelas. E ontem reparei que as minhas meias preferidas perderam o elástico das lavagens na máquina. E por falar em máquina, ia estragando a Nespresso porque na segunda de manhã fiz café sem água, mas hoje já estava boa outra vez. E a tomada da sala explodiu e lá vai mais dinheirinho para remendar. E o esquentador? Ainda estamos com o que o electricista emprestou não é? Aquele banho de água fria, não quero repetir. E a vizinha continua a gritar à hora de jantar. Maluca a mulher. E continuamos a acordar às 8h da manhã no sabado por causa dos canos. E era para irmos andar de barco no sabado, mas já não vamos. E era para jantarmos fora no dia em que fazemos mais um ano, mas nem sequer temos uma data para comemorar. E na semana passada discutimos tanto e por coisas tão parvas que já era preferível estarmos calados. Principalmente eu, eu sei. É do mau feitio de quando estou com fome.  E mesmo assim, a nossa vida não é tão perfeita?

Nada de pessoal, mas prefiro que a minha filha se chame Marília.

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Written on quarta-feira, novembro 10, 2010 by Maria


Os nomes deviam estar fora disto, mas não estão. Às vezes eu implico com pessoas. Às vezes passa-me à primeira, outras vezes não.
E às vezes as pessoas implicam comigo. Principalmente as mulheres. E às vezes também lhes passa.
Faz parte. E eu vivo bem com isso. Na verdade até gosto.
O que me faz mesmo impressão, é que as pessoas que me lixam a vida, aquelas que nunca me passa a implicância porque são pessoas que num momento das suas vidinhas tristes decidiram que tinham de arruinar a minha, (e não conseguiram) têm quase sempre uma coisa em comum. O nome. Coincidência ou não, não sei. Mas que têm o mesmo nome, têm.
Contam-se pelos dedos estas pragazinhas que me foram aparecendo, felizmente não sou odiozinho de estimação assim de tanta gente. Mas as ineses odeiam-me e eu odeio-as a elas.
Claro que há excepções, aliás, para contrapor, há três ou quatro Ineses que eu adoro! Mas a verdade é que não há mais ninguém com outro nome que eu deteste tanto. Faço-me entender? Eu não odeio, Ritas, Susanas, Joanas, Marílias, Andreias e por aí além. Eu odeio ineses. E só porque elas também me odeiam a mim. E eu odeio pessoas que me odeiam porque eu, não sou odiável! Chamem-lhe falta de modéstia, quero lá saber, mas que eu não sou odiável, isso não sou.
Quando conheço uma pessoa ruim, gosto da palavra ruim, ou oiço uma história ruim, pergunto logo se a protagonista se chama Inês, e quase sempre acerto! Juro.
Se ganhasse o euromilhões por cada vez que uma Inês fizesse mal a alguém, já não precisava de trabalhar para o resto da vida.
E agora, com este texto, o resto das ineses que até não me odiavam,  vão passar a odiar, mas olhem lá, não façam isso porque senão também vou ter de vos odiar. E eu odeio odiar pessoas só por causa do nome. Ouviste Inês? E tu Inês? Ouviste bem? Não me odeies. Agora tu, Inês, e tu Inês, tu podes odiar-me à vontadinha ok?

Quem vai ao alentejo bebe copos e fica alegre.

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Written on segunda-feira, novembro 08, 2010 by Maria

Tipo adoro este mundo dos estudos americanos

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Written on quarta-feira, novembro 03, 2010 by Piero

Achei fantástica esta notícia: Facebook permite saber quando há mais separações

É de uma inutilidade tão fantástica que até vou perder cerca de 5 minutos a dissertar sobre ela:


"Segundo os gráficos apresentados a maior parte das separações acontece por altura da Primavera e das férias de Verão"
A sério? Tipo primavera, férias de Verão? Tipo festas, alcool, praia, bikinis? Tipo loucura? Não percebo porquê.
"no que se refere aos dias da semana, a segunda-feira é um dia crítico."
A sério? Tipo o pior dia da semana? Tipo "ainda faltam 5 dias para o f.d.s. não me chateiem?" Tipo era capaz de me passar com qualquer pessoa, incluindo acabar com a minha namorada, porque é 2ª feira?
"Por outro lado no Natal as separações são em menor número."
A sério? Tipo Natal aquela altura do Amor e somos todos muito chegados? Tipo receber mais uma prenda no Natal? Tipo se eu me separar vou ter que passar o Natal sozinho?
"Mas duas semanas depois o caso muda de figura, com os casais a decidir ir cada um para seu lado."
A sério? Tipo já passou a época festiva portanto já não preciso de ti? Tipo detestei o teu presente, és sempre a mesma merda, vamos acabar? Tipo ainda tou de ressaca da passagem de ano não tenho paciência para ti?
Agora sinto-me uma pessoa muito mais preparada para lidar com os relacionamentos.

Para casar

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Written on sexta-feira, outubro 29, 2010 by Maria

Hoje aprendi

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Written on quinta-feira, outubro 28, 2010 by Piero

Que nós temos os olhos bem fechadinhos ou focados no lado errado. Ou então que é mais fácil falar mal do que bem. Ou então temos mesmo uma percepção má do nosso país e isto é tudo um problema de marketing.

Ora vejamos. Eu hoje aprendi...

- que Portugal está no 22º lugar do mundo no ranking de facilidade de aquisição de bens e comida. Mas que segundo a percepção dos portugueses estamos em 80º.

- que apesar de apenas 2% dos bancos não cumprirem com os empréstimos, apenas metade dos portugueses têm confiança nos seus bancos.

- que Portugal tem um clima empresarial muito forte, mas apenas 54% dos tugas acham que vão conseguir subir na vida trabalhando.

-que Portugal está no 1º terço da tabela mundial no que diz respeito a acções governamentais, restrições e competição política. Mas 4 em 10 portugueses não acreditam no governo, o que nos põem no último terço da tabela.

-que apesar de termos excelentes indicadores relativos ao sistema de saúde, nós acreditamos que estamos em 5º no mundo a contar do fim, no que diz a cuidados de saúde.

-que estando no topo da tabela mundial de liberdades pessoais ou liberdade de imprensa, nós achamos que estamos em 74º do mundo.


Eu sei que é fácil falar mal. Mas um pouco mais de confiança no nosso país também não nos fazia mal ;)

Obrigado Fado Positivo

Foi do Centrum.

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Written on quarta-feira, outubro 27, 2010 by Maria


Eu já fui grunge. Ouvi musicas que gritavam de angustia aos meus ouvidos. Eddie Vedder, Kurt Cobain, camisas de flanela e calças largas. Qualquer coisa amarrada à cintura. Um walkman e um ar triste e deslavado que o meu pai odiava.
Eu já quis usar aparelho nos dentes e por isso, eu e a minha vizinha que partilhava o mesmo sonho que eu, fizemos um aparelho de arame encontrado no chão e pastilha elástica já mastigada. E como fui feliz a imaginar-me de dentes tortos com uma coisa que me obrigava a falar à sopinha de massa no céu da boca.
Eu já escrevi com corrector na mesas da escola e no parapeito da janela. Neste último escrevi “Maria. Cocas” eu e o meu cão.
Eu já toquei às campainhas todas da minha rua e fugi a achar que os vizinhos nunca saberiam que era eu.
Eu já andei de bicicleta tardes inteiras sem me cansar. E já caí porque travei só com os da frente.
Já joguei às escondidas só para ir para o mesmo esconderijo que o meu vizinho e dar-mos beijinhos na boca.
Já salvei gatinhos debaixo de uma pedra.
Já desci ruas gigantes e muito inclinadas sentada num skate cor-de-rosa.
E já calcei uns patins com umas fivelas que se amarravam aos sapatos.
Eu já joguei Spectrum. Aos jogos olímpicos, que para fazer um boneco correr depressa tinha de carregar muitas vezes e muito depressa em duas teclas até os dedos doerem.
E ainda sei a musica com que entravam os jogadores do Match day, um jogo de futebol que o meu irmão jogava sem parar.
Eu já fiz festas de anos onde se jogava basket, matraquilhos, às escondidas e ao bate o pé. E também onde se dançavam slows.
Eu já estive indecisa entre Cola-Cao, Suchard Express e Nesquik. E já estive incrédula porque num lanche na casa de um amigo me deram leite com açúcar e pão com banana.
Eu já tive um casio branco e delirava porque ele acendia uma luz. E tive umas doc martens azuis que nem no verão de 38ºC tirava.
Eu já cortei o cabelo curtinho, à rapaz só porque queria mudar.
Já tirei fotografias na escola com cenários de cascatas atrás.
Já fiz um revolução quando consegui que uma turma inteira fugisse das educadoras e corresse para um parque infantil do outro lado da estrada.
Eu já roubei gomas do supermercado depois dos treinos de ténis e levei raspanetes dos treinadores.
Já fingi que não vi pais de amigos meus para não ter de lhes ir falar. E corri só para fingir que estava ocupada.
Eu já tive medo, pânico de homens bêbedos e fugi para dentro de uma sapataria para não ter de me cruzar com um deles.
Já fui a melhor das raparigas a jogar baliza a baliza. E a única das raparigas a jogar aos cowboys.
Eu já fiz copias, e ditados. E listas de verbos. E já contei a tabuada toda pelos dedos porque não a queria decorar.
Eu já usei calças com joelheiras, só porque o meu irmão tinha.  Já gravei de desgravei vezes sem conta os mesmos desenhos animados numa VHS até que a fita riscou.
E já desenrolei várias vezes a fita que ficou encravada no vídeo e com o dedo, voltei a enrola-la na cassete. 
Eu já li a Bravo sem perceber puto de alemão. E já quis vestir cenoura por causa do ministars. E já me revoltei e achei incrível terem aparecido os Onda Choc a imitá-los.
Eu já tive 6, 9, 11 anos. E nunca mais vou fazer as coisas que fazia nessa altura.
E hoje tive um sonho onde me lembrei de quase tudo. 

Ideias vão e vêm #2

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Written on terça-feira, outubro 26, 2010 by Maria

Só para isto não ficar desfalcado.
De vez em quando sim, também me ponho a viajar na maionese e surgem coisinhas tão bonitinhas e  interessantes como:

Semáforos com televisão incluida.
E isto dava para vermos publicidade enquanto não fica verde.
Ou para transmitir aqueles filmes que estão resumidos em 1 min. sabem?
Ou para ver os golos do sporting.
coisas assim.

e é isto.

Ideias vão e vêm #1

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Written on sexta-feira, outubro 22, 2010 by Piero

Muitas vezes vêem-me ideias à cabeça. Algumas delas muito boas, a maioria simplesmente estúpidas. Mas como eu acho que o mundo tem o direito de as conhecer, sempre que eu tiver uma venho aqui escrever nesta rúbrica. E foi o que aconteceu hoje.

Ideia genial para poupar água no duche. A maioria das pessoas passa demasiado tempo no duche gastando muita água.

Porque não inventar um dispositivo, colocado perto do ralo, que contabiliza a água gasta ness duche. Quando chegasse a um limite justo, começava a apitar para parar o duche. Se a pessoa não parasse, aquilo lançava pequenas descargas eléctricas na água e lançava sons como "save the planet fucker!"

Ideia milionário :)

2ª feira dia 11/10 às 16:32

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Written on segunda-feira, outubro 11, 2010 by Piero

"Olá filhote. estamos em Shangai. Está tudo a correr bem. A noite aqui é loca. Existe uma zona tipo B A mas com mais classe. BJS"

Eu acho que os meus pais foram experimentar coisinhas divertidas...

São aqueles feelings.

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Written on sexta-feira, outubro 08, 2010 by Maria

Ainda bem que não deixei o carro no sitio do costume. O pobre coitado que estacionou lá, levou com uma arvore em cima e era uma vez um capot.

Vou-te mandar um texto por mail que Piccola escreveu.

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Written on segunda-feira, outubro 04, 2010 by Maria

Conheço uma pessoa que já foi gorda e agora já não é. Há anos que mudou os habitos de tal maneira que agora é viciado em ginásio. Mas tem fraquezas. Fraquezas e medos. Medo de voltar ao que era. Medo de voltar a sentir-se inseguro, diferente, indesejado. E nesses momentos, vai buscar um fotografia sua de antes. olha para ela e sabe imediatamente o que tem a fazer. Sente-se melhor, mais forte. E fica bem outra vez.
Também eu,( e posso aqui apostar que não só eu), tenho os meus medos, receios, inseguranças. Esses momentos de fraqueza. Não pelo meu peso. Por outros pesos. Que na verdade já foram muito pesados e agora são peso pluma. Também penso nas minhas decisões. E quando tenho medos, receios, fraquezas, se começo a pensar que não sei se foram as melhores decisões, se seria uma pessoa muito diferente agora sem elas tomadas, se estaria melhor ou pior, se aproveitaria melhor a vida, ou se isto é que é aproveitar, faço normalmente uma coisa, vejo aquilo que poderia ser a minha fotografia do passado, do antes. Leio um texto que escrevi um dia, que me saiu sem pensar, sem planear, sem rever, sem sequer saber porquê. Um texto que acabou por ser  lido pelo triplo das pessoas que imaginei, que quase mo mandaram por mail para "ler o que esta escreveu" e que sem eu saber, provocou o inicio da reviravolta que a minha vida viria a dar. E quando o releio e me revejo naquela altura, sei que agora, passado tanto tempo, é que estou mesmo bem.

Música para o inverno que já chegou

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Written on segunda-feira, outubro 04, 2010 by Piero

É daquelas para ouvir na sala, enquanto a chuva vai estragando a paisagem




A versão original é melhor, mas depois perdia esta melancolia de inverno.

Os Cheiros

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Written on quinta-feira, setembro 30, 2010 by Piero

Hoje de manhã contabilizei a quantidade de cheiros que estão em luta na minha pessoa e certamente na maioria das pessoas.

Vamos lá então.


  • Gel de banho a cheirar a alperce
  • Champô a cheirar  a cenas
  • After-Shave com um cheiro adocicado
  • Gel com cheiro a maçã
  • Pasta de dentes com cheiro a menta
  • Desodorizante com cheiro a fresco
  • Perfume com cheiro a flor de cactus do Arizona e madeira de algodão
À saída de casa temos 7 cheiros em competição, todos à volta do nosso corpo.

E mesmo assim há aquelas pessoas no autocarro que cheiram a porco podre barrado em estrume.

Coisas que oiço dos clientes e me dão cabo de bons anúncios #1

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Written on segunda-feira, setembro 27, 2010 by Piero

Cliente - Nós somos muito à frente. No nosso mercado somos aqueles que mais arriscam a fazer coisas diferentes e "giras". Queremos da vossa parte também assim algo muito à frente e inovador.

Agência - Aqui está algo nunca feito em Portugal e que é muito fixe.

Cliente - Isso é muito giro! Mas... é demasiado à frente.


Foi a de hoje :)

Por falar em estarmos no verão e eu estar no Natal.

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Written on quarta-feira, setembro 22, 2010 by Maria


Esta profissão faz-nos isto e eu nunca tina pensado como deve ser sobre o assunto. Mas a verdade é que eu estou sempre fora de tempo. No verão penso no Natal,  no Natal penso na Páscoa, no fim do ano penso no Regresso às aulas e assim sucessivamente. E quando esses momentos chegam, já eu não os posso ver. Para além disso, é sempre tudo muito irónico. Por exemplo, adoro o Natal, mas detesto “fazer Natal”. E adoro ”fazer regresso às aulas” mas nunca mais vou passar por isso. E também é isto que eu adoro na minha profissão. O estar sempre num mundo paralelo, onde tudo pode acontecer, onde nada é convencional, (vá quase nada) onde as pessoas voam, os carros podem andar a 500 à hora, os supermercados são sítios incríveis, as cidades podem ficar vazias de um minuto para o outro, enfim. Claro que nem tudo é perfeito. Há clientes. E clientes, significa muitas vezes pessoas que acabaram de sair do curso de marketing e acham que percebem tudo sobre marcas e preferem ter anúncios com o actor X porque “sempre o quis conhecer”, a ter um anúncio com o actor Y (que nós sugerimos) “porque acha que como é careca as pessoas que têm cabelo não se vão identificar”. E sim, nós ouvimos barbaridades destas a toda a hora, e sim, é por causa disto, que anda aí tanta coisa a que eu chamo fraquiiiiiiiiiinha, nas tvs, imprensa, mupi, outdoor, net, and so on.  Também há os clientes porreirinhos. Claro. Mas há mais para dizer sobre estes maus. Aliás, um dia destes ainda crio a rubrica, “Coisas que oiço dos clientes e me dão cabo de bons anúncios”. Mas pronto, isso fica para outro dia, que agora tenho de ir pensar nas viagens à neve.

5 dias para acabar o verão

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Written on quinta-feira, setembro 16, 2010 by Maria

e eu no Natal.

Tarde como o acordão.

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Written on terça-feira, setembro 14, 2010 by Maria


Eu sei que já se falou disto e que o assunto até está a morrer. Mas tenho de dizer. A pena do Carlos Cruz faz-me confusão. Com os outros na verdade estou-me a cagar. Nem os conhecia antes desta porcaria toda e mesmo que isto seja politicamente incorrecto, a verdade é que aquele Hugo Marçal e aquele Ferreira Diniz, transpiram pedófilo por todo o lado, lá isso transpiram. Têm um arzinho de nojentinhos que é que se há-de fazer. E imaginar o Marçal a comer sabão azul e a vomitar-se todo, também não ajuda. Ca nojo.
Agora, o Carlos Cruz, bolas. O homem encheu-me de alegrias em tantos domingos com o 1,2,3 e a bota botilde e o “envelope ou o carro” e o “1, 2, 3 diga lá outra vez!” Chora sempre que fala no assunto, diz (com razão) que as acusações não foram provadas. Posso estar a ser ingenuazinha. Culpada.  Mas a imagem do Carlos Cruz pedófilo, não me entra na cabeça. Se calhar estou em denial, talvez não queira só acreditar porque isso destrói uma das boas memórias da minha infância. E destruir memorias de infância é coisa que não se faz.
Depois, vejo o Marinho Pinto (e o que eu gosto deste homem carago!) a dizer coisas más sobre a justiça portuguesa e que não presta e fico a pensar que este gajo está a dizer que a sentença foi errada. Ou se calhar não.

Bom, independentemente da verdade. Uma coisa é certa, mesmo que o Carlos Cruz goste de meninos, a justiça acusou-o sem provas. Tá mal. 
Ai o que me irritam as incertezas. 


E se se prova que o Carlos Cruz está inocente. Ai a barraca. 

Depois do último comentário

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Written on segunda-feira, setembro 13, 2010 by Maria

É oficial. O Qualroma saiu do coma. 

O Facebook é um centro de emprego.

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Written on terça-feira, setembro 07, 2010 by Maria

Hoje enquanto pensava numa ideia para mais uma campanha, olhei à minha volta e percebi que no trabalho, idependentemente se gostamos ou não das pessoas com quem trabalhamos, todos se comportam como se estivessem a ser avaliados pelo juri dos ídolos. E isto, porque foram todos obrigados a estar e conviver uns com os outros sem se conhecerem de parte nenhuma. Ao contrário dos amigos, os colegas de trabalho não se escolhem uns aos outros. E é por isso, que mesmo que de colegas passem a amigos mais tarde, há uma competição permanente pela atenção. Mesmo que digam que não, a verdade é que é mesmo assim. Aqui onde trabalho, a competição vê-se por exemplo nas mesas. Todos chamam a atenção decorando as mesas com bonequinhos, ou frases divertidas, com os computadores decorados com coisinhas, autocolantinhos e fotografias divertidas na parede e objectos diferentes. E depois, ninguém nota, mas todos competem pela piada mais gira, que solta mais gargalhadas, que gera mais conversa, e ainda competem pelas conversas privadas. "Ai João que preciso de falar contigo" "Ai Maria que o João disse-me em privado que ui ui ui" e pelos grupinhos de compinchas "E olha este é o grupinho dos fumadores compulsivos" e este é o dos "Não vou morrer de cinza nos pulmões" e este é o do "Acho o FAcebook muito parvo nunca me irei rebaixar e inscrever nesse antro de exibicionismo" e todos se riem muito e uns concordam e outros não e divertem-se. Mas, na verdade estão todos a competir uns com os outros. E só não digo que o objectivo é que o chefe olhe para o que mais sobressai, porque isto é capaz de ser óbvio.
E será que o chefe olha mesmo?
Não sei. Só sei que hoje cheguei a esta conclusão e que a pensar nisto, percebi que também é por isso que o Facebook tem tanto sucesso. É tudo a competir. E conclui mais uma coisa,  é que se estudassemos o ser humano, eramos capazes de criar produtos que vendiam e eram um sucesso do caraças também! E pronto, isto não faz de mim uma pessoa genial, mas a verdade é que depois disto tudo e ao contrário do que toda a está à espera,  ainda não tive uma ideia de jeito para a tal campanha.

40ºC e saltos altos

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Written on segunda-feira, agosto 30, 2010 by Maria

Se eu mandasse não havia temperaturas acima dos 30ºC  e só se andava de salto alto em dias muito, muito mas muito especiais em que estes sapatos fossem simbolo de alguma coisa importante. E nesses dias, também os homens os usavam. Por exemplo, dias em que alguém importante para o país, para o mundo ou mesmo alguém muito querido da familia, morresse. E porquê?  Porque isso significava que estávamos mais altos nesses dias, ou seja, mais perto do céu e daqueles que perdemos. Nestes dias era justo termos dores, fazermos bolhas, estarmos mais altos que o resto das pessoas, andarmos meio tortos, e melhor, vermos os homens no mesmo sofrimento. Assim, também se acabavam com as figuras tristes das mulheres que não sabem andar de saltos mas insistem em fazê-lo e denigrem a nossa imagem. E também era assim que se acabava com episódios como: estarmos num bar vestidos com onda, ténis Onisuka Tiger, aspecto descontraído e Toma! entra uma barbie dondoca com saltos rosa choc, mini saia colada ao rabo e sabemos que a partir desse momento, mesmo aos pulinhos em cima do balcão, não nos vêem e por isso é escusado pensar em recebermos o nosso panaché primeiro que o gin tónico da outra parola.
Também podíamos usar saltos em dias de concerto se estivessemos na plateia e a nossa altura for inferior a 1,55m (exclusivo para as meninas). (Engraçado como 1,55m, é o meu caso, mas só por um centímetro). De resto proibido! Proibido falsear a altura! Se somos baixinhas assumimos, se somos altas não fazemos nada para sermos mais ainda! E andamos todas com os pés impecáveis, sem calos, sem joanetes, sem bolhas, sem dores. Andava tudo de sandalinha rasa, tenisinho pinta, havainas, não interessa. Interessa que andavamos mais confortaveis e giraças na mesma.
E se nunca estivesse calor a mais e as temperaturas não subissem aos 40ºC como hoje, os pézinhos não inchavam e não se quebrava a tensão e aí sim, era tudo tão mais porreirinho.

The Real Toy Story

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Written on domingo, agosto 29, 2010 by Piero

Coisas parvas deste mundo

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Written on terça-feira, agosto 24, 2010 by Piero

-Há um acidente neste país com quase 100 carros e explosões à filme

-No Chile uns mineiros ficaram soterrados e vão ficar lá 4 meses até serem resgatados

-Na China há uma fila de trânsito de 100km que dura há 9 dias


Serei só eu, ou o mundo está estúpido?

22 Agosto

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Written on segunda-feira, agosto 23, 2010 by Maria

Tinha na agenda da memória que 22 era o último dia. E todos os dias me lembrava, hoje é dia 16 ainda dá. E depois ligava e nada. E depois ligava e não atendia. E os dias passavam e eu a lembrar-me que daqui a nada já é 22. Mas ainda não era. E depois pensava deve estar na praia agora não vai atender, ligo à noite. E à noite ou me esquecia, ou lembrava-me tarde de mais ou tentava e a vodafone não deixava e agora olhei para a data e já é 23 e a minha joana já não está cá e eu nem lhe disse Olá e por isso também nem lhe disse Adeus. :(


Piccola Maria.

Pensamento de casa de banho

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Written on quinta-feira, agosto 19, 2010 by Piero

Porque é que os boxers têm botões?

Será que quem faz botões no boxers está a pensar que nós homens andamos normalmente de roupa-interior em sítios onde não nos podem ver a pila?

"Ah vou ali ao Pingo Doce, deixa lá fechar aqui o botão porque assim vou só de boxers"

"Ainda bem que os meus boxers têm botão, assim posso conhecer os pais da minha namorada com estes que têm o Snoopy e o Charlie Brown"

É que é ridículo estar num urinol com dois dedos, naqueles 5cm de espaço, a ter que desabotoar um botão que nunca devia ter estado lá.


Pronto, são estes os pensamentos que me assolam durante o dia de trabalho.

Se eu pudesse ser um super herói

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Written on terça-feira, agosto 10, 2010 by Piero

Seria claramente o Kick Ass!


Vi o filme e achei genial.

É o primeiro super-herói sem poderes. Ele não tem nada sobrenatural nem dinheiro nem nada. Simplesmente tem vontade de "kick some ass".

É o meu herói!

Porque ela nos ama bueda. E porque hoje faz anos. Parabéns Lulu!

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Written on sexta-feira, julho 30, 2010 by Maria

Qual Roma!

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Written on quarta-feira, julho 21, 2010 by Piero

Só para dizer que decidi dar jus ao nome do blog e vim para Roma!
Este post é-vos enviado em pela cità di Roma ;)

Baci!

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Rima com "boa".

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Written on segunda-feira, julho 05, 2010 by Maria

Sei de uma cidade onde o dia começa com luz. A melhor de todas. Com os primeiros carros, nas pontes que agarram as margens. Com os primeiros faróis a apagar porque já não é preciso. Com as chegadas ao trabalho.
Esta cidade, onde o dia amanhece em Alfama com roupa a secar à janela e conversas entre vizinhos, também amanhece em betão de 20 andares, com bons dias baixinhos a outros vizinhos. E sei que tem escadinhas e becos pequeninos de aldeia, ao lado de avenidas de faixas bus e semáforos de cor.
Sei que ali, se fazem viagens por entre castelos e colinas. Mas também por ruas de gente que avança que nem corrente forte em dia de maré alta.
Toma-se o primeiro café com o primeiro copo de água e a rua leva-nos a passo de mocassim e de stiletto. O dia avança.
O sol brilha nos cristais do alcatrão e nos carris que vão com ele. As ruas enchem-se de gente. No meio de muitos pés a calçada vai desaparecendo devagarinho. E do geométrico preto e branco, passamos a ver um cortejo de cores dos vários sapatos e ténis que pisam em vão este chão. Passo a passo ganha-se um ritmo. Esquina a esquina, curva e contra-curva e vê-se a vida a crescer na cidade.
Há cada vez mais gente, mais passeios, mais mãos dadas e sorrisos e mais olhos que barriga que é hora de almoço.
Hora de ir à tasca ou ao novo da avenida principal experimentar a nova cozinha experimental. E sempre de babete de papel para não levar nódoas à reunião.
Seguem-se mais passos, mais pneus e o asfalto a perder cor. Riscos amarelos cruzam os cruzamentos, rasgam o sinal verde, velozes nas vias, luzes rápidas nas estradas de 1ª e mais lentas nos radares de 2ª, sempre a circular. E de uma das janelas vêem-se passar gravatas e malas, gel e cabelos no ar, lenços no pescoço, óculos de sol de massa e da moda.
Vêem-se empresários e empregados todos correm porque não tarda e chega a tarde.
A tal luz a querer ir descansar, aguenta até percebermos que já pouco se vê.
E começa o espectáculo.
Quadradinho a quadradinho a acender um a um. Prédio a prédio num movimento crescente ilumina-se a si e pouco a pouco aos muitos quarteirões. Acendem-se de novo os faróis, porque agora é preciso. E devagarinho, acende-se a cidade.
É o voltar. O sair do trabalho. A cidade quer dormir, mas há sempre alguém a não deixar, num bairro que canta no seu alto, de copo ora na mão ora no chão.
Sei de uma cidade que não dorme e no entanto, todos os dias a vemos acordar.


(às vezes é preciso escrever coisas destas para sair uma campanha)

Piccola Maria

Volta Prima Vera!

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Written on segunda-feira, julho 05, 2010 by Maria

O verão é bonito. O sol aquece. Vamos à praia. A roupa é mais gira. Coiso e tal. Mas não me lixem, 40ºC nem na praia se está bem!

Piccola Maria

Porque o tempo escasseia

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Written on quinta-feira, julho 01, 2010 by Piero

E eu estou a dever um post a sério a este blog, deixo aqui uma inspiração para o que poderá ser um post meu em breve.

http://esperobemquenao.blogspot.com/2010/06/quero-ser-so-tua-amiga.html

Devo admitir que admiro o Alvim como apresentador de TV e rádio, mas acima de tudo admiro-o como escritor. Acho que é um gajo que escreve simples e directo. Não há cá rodeios nem coisas em aberto. É assim e pronto.

E tudo o que ele diz, ainda por cima, é verdade ;)

Limonada da boa

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Written on quarta-feira, junho 23, 2010 by Piero

Ontem, depois de ter cometido umas ilegalidades digitais já que não vivo nos EUA nem no UK, vi este documentário no Hulu.com. Lemonade é um documentário sobre pessoas do mundo da publicidade que foram despedidas e que isso foi a melhor coisa que lhes aconteceu.



Há uma coisa gira em nós, seres humanos, que é ficarmos contentes quando sabemos que aquilo que sentimos e que pensamos que somos só nós, afinal as outras pessoas sentem-se da mesma maneira.

Foi exactamente isso que eu pensei quando vi estas pessoas falarem do dia em que foram despedidas. "Parece que levas uma pancada na cabeça", "sentes que falhaste", "sentes-te completamente inútil", "dizerem que tu não és necessário é a pior coisa que podes ouvir". Sentir o vazio, o acordar sem teres um sentido e um objectivo para esse dia são outros sentimentos que são comuns nos dias seguintes. Eu senti e todos estes publicitários sentiram.

No entanto o documentário dá uma visão completamente diferente da minha e de qualquer pessoa que eu conheça.
O primeiro passo que eu tomei quando fui despedido foi "ok, vou fazer tudo para encontrar outro emprego agora". Assim como eu, todas as pessoas que eu conheço fizeram o mesmo. É o normal. Mas este documentário foi buscar pessoas que não pensaram assim. Foi buscar pessoas que nesse momento pensaram "aqui está uma óptima hipótese de começar do nada! agora tenho todo o tempo do mundo e uma tela em branco. Posso fazer o que quiser".

E assim fizeram. Seja um que se tornou realizador, outro que fez café, outro que criou um site para ajudar pessoas desempregadas, outra que se tornou professora de Ioga ou outro até que mudou de sexo. No final a resposta é sempre a mesma "não, não voltaria por nada para a vida de agência".

O que realmente me inspirou no documentário foi a coragem de todos, como eu não tive e não conheço ninguém que a teve (por enquanto). Em vez de seguirem o que seria mais provável (irem à procura de emprego), aproveitaram a oportunidade para descobrirem algo sobre eles e terem uma vida muito melhor. Havia um que dizia que estava todo contente porque agora podia fazer 3 refeições ao dia!

Para mim o que ficou na cabeça foi a frase de uma senhora que disse "don't be the person who's out there looking for a job. be the person who's out there doing something interesting".

A lista quase 4 anos depois

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Written on quarta-feira, junho 23, 2010 by Piero

Há mais ou menos 4 anos, escrevi aqui a lista de coisas que queria fazer antes de morrer.

É sempre engraçado voltar atrás e ver o que eu queria há 4 anos e o que quero hoje. Talvez mudasse algumas coisas meio parvas e adicionasse outras.

Entretanto é um bocado frustrante ver que já (só) fiz 5 das 49 coisas da lista.

Vendo pelo lado positivo, se eu fizer 1 por ano (que é a média agora) aos 71 tenho a lista completa e posso encostar as botas e sorrir!

Será?

Agora já se pode

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Written on terça-feira, junho 22, 2010 by Maria

O Saramago tinha cara de tartaruga.

Piccola Maria

o divã lá de casa

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Written on terça-feira, junho 15, 2010 by Maria

O meu Pai é psiquiatra. E exerce na ilha da MAdeira, uma região onde a primeira pessoa que precisa de análise, é o próprio presidente.
Para equilibrar a coisa, a minha mãe é psicoterapeuta.
Estar em casa com eles num domingo, podia ser um verdadeiro suplício. Porquê? Porque tudo, mas TUDO, era analisado.
Se eu me deitava no sofá a ver tv, o meu pai corria, sentava-se atrás de mim com um bloco e uma caneta na mão e dizia:
- Este é o teu espaço Maria. Falas quando quiseres, sobre o que quiseres.
E agarrava imediatamente no bloco, com a caneta a postos para tirar notas do que quer que fosse.
Se eu suspirava e dizia:
“oh pai, para lá com isso, não tenho paciência” via-o a escrever imediatamente qualquer coisa como: “conflito com o pai, complexo de Édipo mal resolvido.”

Se por outro lado, ao almoço me recusava a comer sopa feita pela minha mãe, o sermão que eu ouvia, nunca era sobre o quanto os legumes me iam fazer bem, mas sim sobre o quão aquilo era uma manifestação de agressividade latente para com ela e de como eu tinha de pensar na solução para resolver este problema.

Mas há mais, a relação com o meu irmão era a mais normal entre dois pré adolescentes. Sempre ao pontapé. Como é que isto era visto pelos meus pais? Simples, justificavam o nosso comportamento como sendo a descoberta da diferença cognitiva entre os rapazes e raparigas no seio da adolescência.

(Só mesmo) Freud explica.



Piccola Maria.

Eu sabia

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Written on quarta-feira, junho 09, 2010 by Maria

Há uns tempos tive um feeling de que ia voltar a precisar deste espacinho.
Foi assim que tudo (re)começou.

E entretanto lá ficamos caladinhos. Sem nada para dizer. Nada para partilhar. Nada acrescentar.

Até hoje.

Caraças. Hoje tenho uma coisa para dizer. Ai tenho tenho! Foda-se o que eu odeio gente sonsa!!!

Ass: Piccola M.

E pronto

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Written on sexta-feira, abril 23, 2010 by Piero

Aqui estamos nós de cara renovada.

Será que é uma nova leva para este belo blog?

O regresso

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Written on sábado, abril 17, 2010 by Maria

Estamos a ver a joana, a angela, a raquel, a maria, o hugo e a tânia.

O hugo está diferente, digo eu, Piccola. (acho que ele já não se lembra de mim...)

Meu deus, a nuvem de cinzas... e como isto é parecido com quarta-feira de cinzas- (neste momento há um debate sobre quarta ou quinta ou ainda sexta de cinzas) (neste momento também existe agressividade com uma bater de porta da sala oposta).

Prevejo para este post, 0 comments!

"Não há vinho" suspira a tânia.

"mas há bebidas alcoólicas" dispara a maria enquanto toca romeo and juliet por the killers.

Entra a mariana desesperada efusivamanente a perguntar pelo vodka. (debate sobre a sexualidade do vodka... ou da vodka... como será?)

O caracter para amizade em chines está na sala do piero.

(estamos a debater os preservativos obama que estão na parede do piero) a michelle e a micheila causam hard times aos seus membros masculinos!


Este post que marca um regresso tão ansiosamente esperado pelos nossos dois leitores, (três eu, diz andré, namorado de piccola) foi escrito a duas mãos, mas vivido a quatro olhos (seis se considerarmos os óculos do piero como olhos) vai este momento terminar. Agora ponto. (redundancia portanto...)

(isto tudo enquanto a piccola ergue o seu vodka cola no ar e o piero pousa o seu vodka malandro laranja na esteira segundo a raquel, consola segundo o andre, esta merda segundo agente.)

A joana monteiro estava para ligar, mas a ju! não chega... portanto a joana monteiro não telefona a dar os parabéns... e com isto dizemos até breve meu Portugal!


Beijos e abraços
destes que tanto vos amam
e que rezam por vocês
todo o santo dia
Piccola Maria
e Piero!



(Voltámos, que bom!) :)

Season 2?

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Written on domingo, abril 11, 2010 by Maria

E se voltassemos renovados?

Ui

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Written on terça-feira, setembro 08, 2009 by Maria

há taaaanto tempo que não se escreve nada...


piccola Maria.

Maria um dia levo-te a jantar!

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Written on quinta-feira, junho 18, 2009 by Maria

Mas não podes pedir nem arroz doce nem um pastel de nata!




Beijos e abraços
Piero

E agora mais um

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Written on sexta-feira, junho 12, 2009 by Maria

O Sexo explicado pela BIC:



Beijos e abraços
Piero

Só porque sim

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Written on sexta-feira, junho 12, 2009 by Maria

E porque hoje é feriado e ninguém trabalha. A definição de um best friend:



Beijos e abraços
Piero

Ode aos queixinhas que não o são

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Written on terça-feira, junho 02, 2009 by Maria

As pessoas, de uma forma geral, detestam ver os outros doentes. Não porque a doença faz o outro sentir-se mal, mas porque eles agora vão ter menos atenção que esses que estão doentes. E então perante uma queixa, a resposta é logo “oh isso não é nada!” Mas é!
É o nariz entupido, ou a cabeça a doer e custa! Custa a dormir, custa a comer, a respirar, a pensar até. Por isso, não digam que não é nada porque é.
Ai, dói-me o corpo. “oh isso não é nada, é só uma gripe”. Então afinal é alguma coisa! É uma gripe! E uma gripe merece uma queixa e merece que alguém nos diga que nos pode fazer um chá e cuidar de nós nesses dias mais duros. Mas não, agora é moda desvalorizar, dizer que não custa nada, que não dói assim tanto, que só quer é mimo. E então? Mimo por acaso é mau, não podemos querer?
Eu quero poder queixar-me à vontade quando sinto alguma coisa mal. Se me dói a perna eu quero dizer que me dói a perna, sem que me respondam “oh isso não é nada.” Eu não quero que opinem sobre o que é a dor! Eu só quero que saibam que me dói a perna e que vivam comigo esse momento de dor ou dorzinha.. também o que é que interessa? Eu não quero é ter de medir as palavras só porque me vão dizer que o que tenho não é nada. Ainda por cima, porque sei que é alguma coisa. Se dói, dói. E se dói é alguma coisa. Deixem-me queixar à vontade, deixem-me partilhar o nariz ranhoso, o arranhão no dedo, a afta na língua. Eu também partilho todas as outras coisas boas, e essas ninguém diz, ah isso não é nada.
Hoje ardem-me os olhos, espirro de 5 em 5 minutos, tenho o nariz com o pingo e sinto que posso estar a ficar constipada, ou então é só uma alergia a qualquer coisa. Não interessa. Ai.. quero um chazinho. E tenho aqui uma nódoa negra na perna. É grande. Mas já não dói. Doía ontem. Já passou.


Piccola Maria

Muito bom

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Written on terça-feira, maio 12, 2009 by Maria

Fez-me lembrar os míticos "Vai masé chamar a tua filha!".

Se toda a gente respondesse assim o pessoal do Call center teria uma vida ainda mais difícil




Beijos e abraços
Piero

ar fresco precisa-se.

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Written on quarta-feira, maio 06, 2009 by Maria

Há um fenómeno no mundo do trabalho, que se bem lembro não havia quando estava no liceu nem na faculdade, e se acontecia na primária ou na creche não me lembro.
O que é facto, é que acontece agora, e acontece em todas as empresas, em todos os escritórios, em todos os consultórios, acontece em todo o lado, desde que haja pessoas a trabalhar.
Eu chamo-lhe síndrome do chato dos 40ºC
Porque há sempre um gajo que sofre deste síndrome. Trabalhemos nós com 50 pessoas ou com 4 pessoas há sempre um que se incomoda com o que normalmente agrada aos outros. Ainda não percebi como é o síndrome despoleta, não percebo se tem só a ver com a altura do ano, tipo febre dos fenos que só aparece na primavera, ou se é quando pode incomodar mais pessoas. Mas a verdade é que há sempre quem sofra deste mal e infernize a vida dos restantes, que é como quem diz, há sempre, mas sempre o gajo que desliga o ar condicionado.
É só chegar a Abril, Maio, para começar a chegar o calor e o cabrão aparece. Ai que tenho o narizinho seco. Ai que está mesmo aqui nas minhas costas e vou-me constipar.
E quem se lixa? Pois, são os que têm calor, muito calor.
Porque olhamos para a rua e as pessoas andam de t-shirt, top, saia, havaianas. Mais, na janela da minha agencia vêem-se as pessoas na praia.
Passa dos 27ºC lá fora e dentro estão à vontade 435ºC!! E o chatinho de sempre mal vê alguém a dirigir-se ao botão “ON” do A/C, vai logo atrás desligar.
É que nem avisa antes que o vai fazer, não diz nada, levanta-se quando a pessoa que o ligou se volta a sentar, e desliga de mansinho. E ainda volta como se não fosse nada e é capaz de nos perguntar se queremos alguma coisa do bar, “ um cafezinho, uma água?” Armado em gajo porreiro.
Mas há um dia que o apanhamos. Por acaso estamos atrás dele quando o vemos desligar o AC que acabámos de ligar e aí perguntamos “Porque raio queres que eu morra assada aqui dentro??” E a resposta seeeeemmmmpre a mesma. “Ai tenho frio nas costas” ou “sou alérgico, tenho o narizinho seco, nem consigo respirar” .
Ok, então bora lá todos desmaiar de calor, e transpirar que nem uns animais, bora pôr o gordo lá do fundo todo ensopadinho de suor, porque o teu narizinho está mais seco! E por causa de uma pessoa, 50 ficam a sofrer! Porque 50 pessoas, têm que respeitar o narizinho do chatinho, irritante e pedante. E isso não é fixe.
Eu imploro pelo fresquinho, pela ausência de cheiro a suor, e pela ausência de pele reluzente causada pelo suor, pelo fim das camisas dos homens molhadas, das bolachas perfeitas na zona do sovaco. Imploro!
Quem tem problemas com o A/C tem só de arranjar soluções: nariz seco = ir à farmácia comprar um hidratante nasal; nariz a pingar / alergia = ir à farmácia comprar Zyrtec ou outro parecido; friozinho nas costas, ai ai que me constipo = casaquinho nos ombros, laranja para reforçar a vitamina C e centrum. Custa alguma coisa?
Não.
Quem tem calor, não tem como resolver a coisa, não pode ir à piscina, nem tirar a roupa toda no trabalho, pois não?
Pois não.
Fica o recado dado.

Piccola Maria

Mais um daqueles

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Written on segunda-feira, abril 27, 2009 by Maria

A criatividade pode ser quase tudo para passar a mensagem:




Beijos e abraços

Piero

Assim se vê...

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Written on terça-feira, abril 14, 2009 by Maria

Quão perfeita esta mulher é.

Há uns tempos fiz um post sobre a tendência de agora fazer capas de revistas sem photoshop e maquilhagem.

Pois bem, a Elle decidiu aderir a esse movimento e fazer uma série de capas com várias mulheres com idades não tão novas. Entre elas estão a Eva Herzigova, Ines de la Fressange, Charlotte Rampling, Sophie Marceau e a fantástica Monica Belucci:



Jazus! Claramente está perto do 1º lugar. Só quero ver a Angelina sem photoshop para tirar as dúvidas.

Será que teremos as revistas portuguesas a fazer isto daqui a uns tempos?


Beijos e abraços
Piero

Uma chalaça publicitária

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Written on quinta-feira, abril 09, 2009 by Maria



Beijos e abraços

Piero

Shii

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Written on quinta-feira, abril 02, 2009 by Maria

Eu adoro a Wii é um facto. Mas elas não gostam assim tanto quanto nós.

Posto isso foi criado o Shii.

Parece-me bem




Vi aqui



Beijos e abraços
Piero

O Qualromaqualq apoia a música portuguesa

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Written on terça-feira, março 31, 2009 by Maria

Principalmente a R&B e ainda mais propriamente o Hernani!

Quem nunca esteve apaixonado por uma colega? É esse o mote desta canção de amor....




Beijos e abraços

Piero

A publicidade como ela é.

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Written on quinta-feira, março 12, 2009 by Maria

Quem trabalha em publicidade sabe. É duro estar dias e dias a pensar, fazer noitadas, ter no fim uma boa ideia, o director criativo aprovar começar a fazê-la e no fim, às 20h, a account fazer birra, dizer que não quer mostrar aquilo ao cliente, bater o pé e obrigar os criativos a fazerem tudo de novo mas agora numa (só) noite, a da véspera, porque a reunião com o cliente é na manhã seguinte. Já aconteceu a todos, não nos pagam horas extras e não podemos fazer muito a não ser pôr mãos à obra.
Os senhores que se seguem, trabalhavam na Fischer e aconteceu-lhes isto mesmo, mas não se limitaram a trabalhar, decidiram deixar um recado à account, para quando ela chegasse de manhã. E foi o que se segue:



http://www.youtube.com/watch?v=5b0a6d-gyQo


Piccola Maria

Resumo de uma chamada para um serviço público

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Written on quinta-feira, março 12, 2009 by Maria

Eu- Tou sim boa tarde, queria tirar uma dúvida.

Ela-Sim sim diga.

Eu-Bom, eu vou fazer um site com este serviço assim e assim e gostava de saber se preciso de concessão de autorização da vossa parte.

Ela-Hmm pois. Eu acho que não precisa, mas não lhe quero dar certezas. Para isso tem de ligar para a nossa linha.

Eu- Errr.... mas este é o número que está no vosso site.

Ela- Pois mas a nossa linha é outra, que por se chamar Linha de Privacidade de Dados as pessoas normalmente não ligam. Mas eu posso dar-lhe o número.

Eu- Claro claro diga lá então.

Ela- Blah blah.

Eu- Ok.

Ela- Pronto agora liga-lhes amanhã porque esta linha tem o horário de funcionamento das 10h às 13h.......

Eu- ...................

Desliguei



Bonus:

Finanças

Eu- Bom dia, para tratar da situação de recibos verdes é aqui?

Ele- É sim.

Eu- Boa. Queria saber se eu alguma vez encerrei actividade. É que já não me lembro se fiz isso.

Ele- Número de contribuinte. Deixe-me ver........ Pois não. Você ainda está com actividade aberta, desde 2006.

Eu- Hmm bolas...

Ele- Mas fez IRS disto?

Eu- Pois... não... esse era o meu medo.

Ele- Ah pois... devia ter feito.

Eu- Pois mas não fiz. Mas diga-me, agora o que é que eu posso fazer para não apanhar uma multa?

Ele-Hmmm... pois não sei...

Eu-Não sabe? (olho à volta) Então.... mas estou nas finanças.

Ele-Pois está, mas eu não lhe sei responder. Você devia ter feito o IRS.

Eu- Pois devia, mas não fiz e agora venho perguntar-lhe o que posso fazer.

Ele-Olhe o que pode fazer é ir ali ao departamento de cima, onde se entrega o IRS. (agora em tom de confidência como eles gostam muitas vezes de falar) Mas não vá esta semana. Aquilo está cheio de gente.

Eu-........................ Bom dia.


Maria tu que trabalhas ao pé destas finanças, faz-me um favor, entra lá, é logo a primeira porta, o senhor que está no número 5. É um murro sff.


E depois querem que este país avance.


Beijos e abraços

Piero

Como eu gosto de anúncios maus!

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Written on quarta-feira, março 11, 2009 by Maria

E este vai direito para o top da lista!







Beijos e abraços

Piero

Mais uma vez o Twitter

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Written on terça-feira, março 10, 2009 by Maria

E depois não querem que ache o twitter parvo e bastante inútil (isto não quer dizer que não reconheça que está na moda e portanto pode ser mais uma ferramenta para as marcas ligarem-se ao consumidor nesta tendência do social network).

Vejamos só por acaso estes dois profiles:

-Uma máquina de lavar que lança um post sempre que acaba de lavar a roupa... 506 pessoas seguem esta louca odisseia...


-Um mimo com um twitter. Como se sabe um mimo faz mimica e não fala. Tem um twitter interessantissimo... 5686 senhores com grande prazer por ver reticências no seu twitter, seguem este mimo.

Mas o twitter é fixe!


Beijos e abraços

Piero