shake it like a polaroid picture
Written on sexta-feira, março 11, 2011 by Maria
Mas acho que não sabes é que tudo começou quando ele fez um vídeo para o Emanuel:
Nunca gostei do dia. Nunca lhe liguei nenhuma. No ano passado, só depois de sermos barrados em dois restaurantes diferentes seguidos é que nos lembramos que era "dia dos namorados".
Este ano, ele ofereceu-me uma caixinha de chocolates. Mas só no dia 15 de Fevereiro, para ser do contra.
Acabei agora de comer um chupa-chupa (coisa um bocado gay mas saborosa). Alguém me sabe responder porque é que todos os páus dos chupas têm este buraco?
The Lisa Simpson book club já nos meus bookmarks.
Toda a gente conhece esta música, certo?
Pois que eu hoje descobri que esta música é um cover desta música.
Quando descubro isto fico sempre com mixed feelings. Por um lado gosto que se façam covers e se faça renascer a música. Por outro detesto que não se dê crédito mais visível a quem criou a música. Por exemplo, sabem que o Valerie da Amy Winhouse é de uma banda de Liverpool? E como estes casos devem haver milhares por aí.
Posto isto, proponho aqui uma lei que vai mudar o mundo (ou apenas o meu): quando é cover é obrigatório por o nome do artista que a criou, no título do cover.
Aí sim o mundo seria um sítio melhor!
Cuidado, este vai ser um post sobre a área profissional dos dois escritores deste blog. Quem não gostar, por favor vá para a pipoca mais doce e afins :) mas mesmo assim vai ser curto e directo, portanto mal se vai notar.
Ontem fui a um jantar em que a média de idade devia rondar os 60/70 anos. Como seria de imaginar, não ia com a maior pica do mundo e ter de beijar montes de mulheres com barba também não.
Pois que no final do jantar percebi que aqueles "jovens da 3ª idade", como eles se gostam de chamar, vivem uma vida quase paralela onde se divertem loucamente, à sua maneira.
E no caminho para casa pus-me a pensar. Esta gente é que devia ser o target da publicidade e não os jovens. Ora vejamos:
Ainda não tinha percebido porque é que andava toda a gente a postar isto. Até ter visto hoje e ter lido a letra.
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| Deve ser do melhor. |
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| sempre quis abrir uma mala destas. |
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| Tão giro. |
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| E esta também deve ser do melhor que há. |
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| A única pessoa famosa que eu queria mesmo mesmo mesmo conhecer. |
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| pode ser que resulte |
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| Parecem ser giros |
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| Se ele deixasse. |
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| Porque tenho a panca há anos mas nunca quero comprar porque acho que me vão ficar mal, porque são grandes. |
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| Se o iPhone é o que é, imagino o iPad. |
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| Assim já podia ter o cão. E sitio para fazer a festa à grande. |
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| Tinha emprego e confiança para o resto da vida. |
Só porque ouvi isto agora em português e pensei que em inglês ficava muito mais giro.
Esta é daquelas que todos gostamos:
O target são todos os clientes, independentemente da idade
Ora bora lá fazer uma coisa que agrade uma criança de 4 anos que não sabe ler, uma mulher de 30 anos que não tem tempo para ver nada e um velho de 80 que não percebe nada do digital.
Vou então só ali buscar a capa e por um S no meu peito.
Neste caso em relação a uns banners o cliente quer isto: são pedidas criatividades "alegres", "juvenis" e "coloridas".
Por muito que pense só consigo imaginar banners com arco-iris ou com a bandeira gay.
Alguém tem ideias que respondam ao pedido?
Atenção: este post representa só e apenas a modesta opinião de quem não percebe nada de moda mas tem tempo a mais para pensar em porcarias. Se alguém tiver algum problema com a minha opinião, que me escreva e ofenda que eu gosto.
Ah e até certo ponto este post é um bocado gay. Mais uma vez estão à vontade para ofender.
Aqui a falar com uma colega (tão boa esta palavra) deu-me a vontade de escrever isto.
De há uns meses para cá tenho reparado numa tendência de calças que me tem feito uma certa estranheza. Andam para aí umas calças no corpo de algumas mulheres que são parecidas com estas:
E eu não vou falar nisso.
Hoje meus amigos, venho falar-vos da crise.
Mentira.
Eu, quero mesmo é falar do amor. O melhor tema de sempre no que toca a escrever textos.
O amor, ao contrário lê-se roma. E eu nunca fui a Roma, apesar das minhas joaninhas terem vivido em Roma juntas em tempos.
Em Roma, há o coliseu e o Papa mora lá. E eu aposto que as Joanas, nunca viram o Papa.
Quanto muito, viram-no no ecrã gigante. Não é a mesma coisa. Assim também eu.
Agora, as joanas já não vivem na mesma casa. E pior ainda, já não vivem na mesma cidade. Ainda mesmo mesmo pior, já não vivem em roma. Uma vive na Lua e a outra na Londres.
Uma era toda do não quero casar e coisa e tal e vive com o namorado. Outra é toda das paixões e do romance e tem namorado mas ainda não casou. E era bonito se isso acontecesse.
Para além das Joanas, há outras "joanas" no grupo. As "Joanas" são 6 e conhecem-se por outro nome muito Divinal que eu agora não vou dizer em público.
Todas querem estar juntas no Natal, mas desde que uma das Joanas de Roma foi para Londres com uma outra Joana que já viveu no mundo inteiro, que as tais "joanas" de nome Divinal, não se conseguem juntar todinhas. Ou porque eu vou para la isla bonita, ou porque alguém tem viagem marcada para Chateaux Blanc. Há sempre qualquer coisa. Este ano, para além da viagem para Chateaux Blanc e para La Isla Bonita, também há neve na pista de descolagem. E estamos todas com medo. Mas esta coisa do Natal é a mesma coisa que roma, dá-se sempre um milagre e assim como roma se transforma em amor, Natal transforma-se numa coisa Divinal, quer queiramos quer não. E eu quero! Eu quero e sei que todas querem, por isso, tudo vai correr bem. Crise, crise era nem no Natal conseguirmos estar todas juntinhas.
Se não correr bem, a crise continua, mas a boa noticia é que temos mais um ano inteirinho para continuarmos a tentar juntar as 6 "joanas" mais uma vez.
Caso não tenham reparado, esta é uma autêntica declaração de roma às minhas "joanas" divinais. Also known as .. não digo.
Hoje, dia de trabalho, dei por mim a pensar que se não tivesse de estar aqui:
- ia ao ginasio
- ia ao cinema
- comprava presentes de Natal
- ia tomar café com amigos com quem não estou há seculos.
- marcava passagens para Londres, Barcelona, e sitios assim que dá para ir nos fins de semana.
- ia ao Fonte Nova comer um crepe. Duas bolas de nata e chocolate quente.
- ia à minha casa alugada ver se tenho correio.
- ia arranjar a mossa do meu carro.
- escrevia um texto fixe para blog.
- pensava com tempo no que vou oferecer de aniversário ao meu namorido.
- pensava com tempo no meu "projecto".
- e via os episódios que ainda não vi do connan e da modern family.
fácil.
A internet tem coisas fantásticas. Tão fantásticas que por pesquisas paralelas fui dar a um blog sobre medicina alternativa que promete resolver quase todos os problemas do mundo só com produtos naturais.
Ora aqui está a receita para eu me curar de todos os problemas que me assolam:
Hoje as minhas calças cheiram mal e tudo porque as tiramos da corda antes de secarem. E ontem adormecemos sem ver como acabaram os "gordos". E tu chateaste-te comigo por causa do iPhone. E eu fiquei sem saber o que me querias contar mais sobre o trabalho fixe do bricomarché. E o jantar no sitio do costume não correu tão bem como o costume. E não chegamos a nenhuma conclusão sobre o carro, nem sobre a casa, nem sobre a dona luisa. E hoje acordei com dores no pescoço por causa da almofada. E na semana passada as castanhas tinham bicho. E as de anteontem não tinham mas ficamos com uma dor de barriga daquelas. E ontem reparei que as minhas meias preferidas perderam o elástico das lavagens na máquina. E por falar em máquina, ia estragando a Nespresso porque na segunda de manhã fiz café sem água, mas hoje já estava boa outra vez. E a tomada da sala explodiu e lá vai mais dinheirinho para remendar. E o esquentador? Ainda estamos com o que o electricista emprestou não é? Aquele banho de água fria, não quero repetir. E a vizinha continua a gritar à hora de jantar. Maluca a mulher. E continuamos a acordar às 8h da manhã no sabado por causa dos canos. E era para irmos andar de barco no sabado, mas já não vamos. E era para jantarmos fora no dia em que fazemos mais um ano, mas nem sequer temos uma data para comemorar. E na semana passada discutimos tanto e por coisas tão parvas que já era preferível estarmos calados. Principalmente eu, eu sei. É do mau feitio de quando estou com fome. E mesmo assim, a nossa vida não é tão perfeita?
Achei fantástica esta notícia: Facebook permite saber quando há mais separações
Que nós temos os olhos bem fechadinhos ou focados no lado errado. Ou então que é mais fácil falar mal do que bem. Ou então temos mesmo uma percepção má do nosso país e isto é tudo um problema de marketing.
Ora vejamos. Eu hoje aprendi...
- que Portugal está no 22º lugar do mundo no ranking de facilidade de aquisição de bens e comida. Mas que segundo a percepção dos portugueses estamos em 80º.
- que apesar de apenas 2% dos bancos não cumprirem com os empréstimos, apenas metade dos portugueses têm confiança nos seus bancos.
- que Portugal tem um clima empresarial muito forte, mas apenas 54% dos tugas acham que vão conseguir subir na vida trabalhando.
-que Portugal está no 1º terço da tabela mundial no que diz respeito a acções governamentais, restrições e competição política. Mas 4 em 10 portugueses não acreditam no governo, o que nos põem no último terço da tabela.
-que apesar de termos excelentes indicadores relativos ao sistema de saúde, nós acreditamos que estamos em 5º no mundo a contar do fim, no que diz a cuidados de saúde.
-que estando no topo da tabela mundial de liberdades pessoais ou liberdade de imprensa, nós achamos que estamos em 74º do mundo.
Eu sei que é fácil falar mal. Mas um pouco mais de confiança no nosso país também não nos fazia mal ;)
Obrigado Fado Positivo
Só para isto não ficar desfalcado.
De vez em quando sim, também me ponho a viajar na maionese e surgem coisinhas tão bonitinhas e interessantes como:
Semáforos com televisão incluida.
E isto dava para vermos publicidade enquanto não fica verde.
Ou para transmitir aqueles filmes que estão resumidos em 1 min. sabem?
Ou para ver os golos do sporting.
coisas assim.
e é isto.
Muitas vezes vêem-me ideias à cabeça. Algumas delas muito boas, a maioria simplesmente estúpidas. Mas como eu acho que o mundo tem o direito de as conhecer, sempre que eu tiver uma venho aqui escrever nesta rúbrica. E foi o que aconteceu hoje.
Ideia genial para poupar água no duche. A maioria das pessoas passa demasiado tempo no duche gastando muita água.
Porque não inventar um dispositivo, colocado perto do ralo, que contabiliza a água gasta ness duche. Quando chegasse a um limite justo, começava a apitar para parar o duche. Se a pessoa não parasse, aquilo lançava pequenas descargas eléctricas na água e lançava sons como "save the planet fucker!"
Ideia milionário :)
"Olá filhote. estamos em Shangai. Está tudo a correr bem. A noite aqui é loca. Existe uma zona tipo B A mas com mais classe. BJS"
Eu acho que os meus pais foram experimentar coisinhas divertidas...
Ainda bem que não deixei o carro no sitio do costume. O pobre coitado que estacionou lá, levou com uma arvore em cima e era uma vez um capot.
Conheço uma pessoa que já foi gorda e agora já não é. Há anos que mudou os habitos de tal maneira que agora é viciado em ginásio. Mas tem fraquezas. Fraquezas e medos. Medo de voltar ao que era. Medo de voltar a sentir-se inseguro, diferente, indesejado. E nesses momentos, vai buscar um fotografia sua de antes. olha para ela e sabe imediatamente o que tem a fazer. Sente-se melhor, mais forte. E fica bem outra vez.
Também eu,( e posso aqui apostar que não só eu), tenho os meus medos, receios, inseguranças. Esses momentos de fraqueza. Não pelo meu peso. Por outros pesos. Que na verdade já foram muito pesados e agora são peso pluma. Também penso nas minhas decisões. E quando tenho medos, receios, fraquezas, se começo a pensar que não sei se foram as melhores decisões, se seria uma pessoa muito diferente agora sem elas tomadas, se estaria melhor ou pior, se aproveitaria melhor a vida, ou se isto é que é aproveitar, faço normalmente uma coisa, vejo aquilo que poderia ser a minha fotografia do passado, do antes. Leio um texto que escrevi um dia, que me saiu sem pensar, sem planear, sem rever, sem sequer saber porquê. Um texto que acabou por ser lido pelo triplo das pessoas que imaginei, que quase mo mandaram por mail para "ler o que esta escreveu" e que sem eu saber, provocou o inicio da reviravolta que a minha vida viria a dar. E quando o releio e me revejo naquela altura, sei que agora, passado tanto tempo, é que estou mesmo bem.
É daquelas para ouvir na sala, enquanto a chuva vai estragando a paisagem
A versão original é melhor, mas depois perdia esta melancolia de inverno.
Hoje de manhã contabilizei a quantidade de cheiros que estão em luta na minha pessoa e certamente na maioria das pessoas.
Vamos lá então.
Cliente - Nós somos muito à frente. No nosso mercado somos aqueles que mais arriscam a fazer coisas diferentes e "giras". Queremos da vossa parte também assim algo muito à frente e inovador.
Agência - Aqui está algo nunca feito em Portugal e que é muito fixe.
Cliente - Isso é muito giro! Mas... é demasiado à frente.
Foi a de hoje :)
Hoje enquanto pensava numa ideia para mais uma campanha, olhei à minha volta e percebi que no trabalho, idependentemente se gostamos ou não das pessoas com quem trabalhamos, todos se comportam como se estivessem a ser avaliados pelo juri dos ídolos. E isto, porque foram todos obrigados a estar e conviver uns com os outros sem se conhecerem de parte nenhuma. Ao contrário dos amigos, os colegas de trabalho não se escolhem uns aos outros. E é por isso, que mesmo que de colegas passem a amigos mais tarde, há uma competição permanente pela atenção. Mesmo que digam que não, a verdade é que é mesmo assim. Aqui onde trabalho, a competição vê-se por exemplo nas mesas. Todos chamam a atenção decorando as mesas com bonequinhos, ou frases divertidas, com os computadores decorados com coisinhas, autocolantinhos e fotografias divertidas na parede e objectos diferentes. E depois, ninguém nota, mas todos competem pela piada mais gira, que solta mais gargalhadas, que gera mais conversa, e ainda competem pelas conversas privadas. "Ai João que preciso de falar contigo" "Ai Maria que o João disse-me em privado que ui ui ui" e pelos grupinhos de compinchas "E olha este é o grupinho dos fumadores compulsivos" e este é o dos "Não vou morrer de cinza nos pulmões" e este é o do "Acho o FAcebook muito parvo nunca me irei rebaixar e inscrever nesse antro de exibicionismo" e todos se riem muito e uns concordam e outros não e divertem-se. Mas, na verdade estão todos a competir uns com os outros. E só não digo que o objectivo é que o chefe olhe para o que mais sobressai, porque isto é capaz de ser óbvio.
E será que o chefe olha mesmo?
Não sei. Só sei que hoje cheguei a esta conclusão e que a pensar nisto, percebi que também é por isso que o Facebook tem tanto sucesso. É tudo a competir. E conclui mais uma coisa, é que se estudassemos o ser humano, eramos capazes de criar produtos que vendiam e eram um sucesso do caraças também! E pronto, isto não faz de mim uma pessoa genial, mas a verdade é que depois disto tudo e ao contrário do que toda a está à espera, ainda não tive uma ideia de jeito para a tal campanha.
Se eu mandasse não havia temperaturas acima dos 30ºC e só se andava de salto alto em dias muito, muito mas muito especiais em que estes sapatos fossem simbolo de alguma coisa importante. E nesses dias, também os homens os usavam. Por exemplo, dias em que alguém importante para o país, para o mundo ou mesmo alguém muito querido da familia, morresse. E porquê? Porque isso significava que estávamos mais altos nesses dias, ou seja, mais perto do céu e daqueles que perdemos. Nestes dias era justo termos dores, fazermos bolhas, estarmos mais altos que o resto das pessoas, andarmos meio tortos, e melhor, vermos os homens no mesmo sofrimento. Assim, também se acabavam com as figuras tristes das mulheres que não sabem andar de saltos mas insistem em fazê-lo e denigrem a nossa imagem. E também era assim que se acabava com episódios como: estarmos num bar vestidos com onda, ténis Onisuka Tiger, aspecto descontraído e Toma! entra uma barbie dondoca com saltos rosa choc, mini saia colada ao rabo e sabemos que a partir desse momento, mesmo aos pulinhos em cima do balcão, não nos vêem e por isso é escusado pensar em recebermos o nosso panaché primeiro que o gin tónico da outra parola.
Também podíamos usar saltos em dias de concerto se estivessemos na plateia e a nossa altura for inferior a 1,55m (exclusivo para as meninas). (Engraçado como 1,55m, é o meu caso, mas só por um centímetro). De resto proibido! Proibido falsear a altura! Se somos baixinhas assumimos, se somos altas não fazemos nada para sermos mais ainda! E andamos todas com os pés impecáveis, sem calos, sem joanetes, sem bolhas, sem dores. Andava tudo de sandalinha rasa, tenisinho pinta, havainas, não interessa. Interessa que andavamos mais confortaveis e giraças na mesma.
E se nunca estivesse calor a mais e as temperaturas não subissem aos 40ºC como hoje, os pézinhos não inchavam e não se quebrava a tensão e aí sim, era tudo tão mais porreirinho.
-Há um acidente neste país com quase 100 carros e explosões à filme
-No Chile uns mineiros ficaram soterrados e vão ficar lá 4 meses até serem resgatados
-Na China há uma fila de trânsito de 100km que dura há 9 dias
Serei só eu, ou o mundo está estúpido?
Tinha na agenda da memória que 22 era o último dia. E todos os dias me lembrava, hoje é dia 16 ainda dá. E depois ligava e nada. E depois ligava e não atendia. E os dias passavam e eu a lembrar-me que daqui a nada já é 22. Mas ainda não era. E depois pensava deve estar na praia agora não vai atender, ligo à noite. E à noite ou me esquecia, ou lembrava-me tarde de mais ou tentava e a vodafone não deixava e agora olhei para a data e já é 23 e a minha joana já não está cá e eu nem lhe disse Olá e por isso também nem lhe disse Adeus. :(
Piccola Maria.
Porque é que os boxers têm botões?
Será que quem faz botões no boxers está a pensar que nós homens andamos normalmente de roupa-interior em sítios onde não nos podem ver a pila?
"Ah vou ali ao Pingo Doce, deixa lá fechar aqui o botão porque assim vou só de boxers"
"Ainda bem que os meus boxers têm botão, assim posso conhecer os pais da minha namorada com estes que têm o Snoopy e o Charlie Brown"
É que é ridículo estar num urinol com dois dedos, naqueles 5cm de espaço, a ter que desabotoar um botão que nunca devia ter estado lá.
Pronto, são estes os pensamentos que me assolam durante o dia de trabalho.
Seria claramente o Kick Ass!
Só para dizer que decidi dar jus ao nome do blog e vim para Roma!
Este post é-vos enviado em pela cità di Roma ;)
Baci!
Sei de uma cidade onde o dia começa com luz. A melhor de todas. Com os primeiros carros, nas pontes que agarram as margens. Com os primeiros faróis a apagar porque já não é preciso. Com as chegadas ao trabalho.
Esta cidade, onde o dia amanhece em Alfama com roupa a secar à janela e conversas entre vizinhos, também amanhece em betão de 20 andares, com bons dias baixinhos a outros vizinhos. E sei que tem escadinhas e becos pequeninos de aldeia, ao lado de avenidas de faixas bus e semáforos de cor.
Sei que ali, se fazem viagens por entre castelos e colinas. Mas também por ruas de gente que avança que nem corrente forte em dia de maré alta.
Toma-se o primeiro café com o primeiro copo de água e a rua leva-nos a passo de mocassim e de stiletto. O dia avança.
O sol brilha nos cristais do alcatrão e nos carris que vão com ele. As ruas enchem-se de gente. No meio de muitos pés a calçada vai desaparecendo devagarinho. E do geométrico preto e branco, passamos a ver um cortejo de cores dos vários sapatos e ténis que pisam em vão este chão. Passo a passo ganha-se um ritmo. Esquina a esquina, curva e contra-curva e vê-se a vida a crescer na cidade.
Há cada vez mais gente, mais passeios, mais mãos dadas e sorrisos e mais olhos que barriga que é hora de almoço.
Hora de ir à tasca ou ao novo da avenida principal experimentar a nova cozinha experimental. E sempre de babete de papel para não levar nódoas à reunião.
Seguem-se mais passos, mais pneus e o asfalto a perder cor. Riscos amarelos cruzam os cruzamentos, rasgam o sinal verde, velozes nas vias, luzes rápidas nas estradas de 1ª e mais lentas nos radares de 2ª, sempre a circular. E de uma das janelas vêem-se passar gravatas e malas, gel e cabelos no ar, lenços no pescoço, óculos de sol de massa e da moda.
Vêem-se empresários e empregados todos correm porque não tarda e chega a tarde.
A tal luz a querer ir descansar, aguenta até percebermos que já pouco se vê.
E começa o espectáculo.
Quadradinho a quadradinho a acender um a um. Prédio a prédio num movimento crescente ilumina-se a si e pouco a pouco aos muitos quarteirões. Acendem-se de novo os faróis, porque agora é preciso. E devagarinho, acende-se a cidade.
É o voltar. O sair do trabalho. A cidade quer dormir, mas há sempre alguém a não deixar, num bairro que canta no seu alto, de copo ora na mão ora no chão.
Sei de uma cidade que não dorme e no entanto, todos os dias a vemos acordar.
(às vezes é preciso escrever coisas destas para sair uma campanha)
Piccola Maria
O verão é bonito. O sol aquece. Vamos à praia. A roupa é mais gira. Coiso e tal. Mas não me lixem, 40ºC nem na praia se está bem!
Piccola Maria
E eu estou a dever um post a sério a este blog, deixo aqui uma inspiração para o que poderá ser um post meu em breve.
http://esperobemquenao.blogspot.com/2010/06/quero-ser-so-tua-amiga.html
Devo admitir que admiro o Alvim como apresentador de TV e rádio, mas acima de tudo admiro-o como escritor. Acho que é um gajo que escreve simples e directo. Não há cá rodeios nem coisas em aberto. É assim e pronto.
E tudo o que ele diz, ainda por cima, é verdade ;)
Ontem, depois de ter cometido umas ilegalidades digitais já que não vivo nos EUA nem no UK, vi este documentário no Hulu.com. Lemonade é um documentário sobre pessoas do mundo da publicidade que foram despedidas e que isso foi a melhor coisa que lhes aconteceu.
Há uma coisa gira em nós, seres humanos, que é ficarmos contentes quando sabemos que aquilo que sentimos e que pensamos que somos só nós, afinal as outras pessoas sentem-se da mesma maneira.
Foi exactamente isso que eu pensei quando vi estas pessoas falarem do dia em que foram despedidas. "Parece que levas uma pancada na cabeça", "sentes que falhaste", "sentes-te completamente inútil", "dizerem que tu não és necessário é a pior coisa que podes ouvir". Sentir o vazio, o acordar sem teres um sentido e um objectivo para esse dia são outros sentimentos que são comuns nos dias seguintes. Eu senti e todos estes publicitários sentiram.
No entanto o documentário dá uma visão completamente diferente da minha e de qualquer pessoa que eu conheça.
O primeiro passo que eu tomei quando fui despedido foi "ok, vou fazer tudo para encontrar outro emprego agora". Assim como eu, todas as pessoas que eu conheço fizeram o mesmo. É o normal. Mas este documentário foi buscar pessoas que não pensaram assim. Foi buscar pessoas que nesse momento pensaram "aqui está uma óptima hipótese de começar do nada! agora tenho todo o tempo do mundo e uma tela em branco. Posso fazer o que quiser".
E assim fizeram. Seja um que se tornou realizador, outro que fez café, outro que criou um site para ajudar pessoas desempregadas, outra que se tornou professora de Ioga ou outro até que mudou de sexo. No final a resposta é sempre a mesma "não, não voltaria por nada para a vida de agência".
O que realmente me inspirou no documentário foi a coragem de todos, como eu não tive e não conheço ninguém que a teve (por enquanto). Em vez de seguirem o que seria mais provável (irem à procura de emprego), aproveitaram a oportunidade para descobrirem algo sobre eles e terem uma vida muito melhor. Havia um que dizia que estava todo contente porque agora podia fazer 3 refeições ao dia!
Para mim o que ficou na cabeça foi a frase de uma senhora que disse "don't be the person who's out there looking for a job. be the person who's out there doing something interesting".
Há mais ou menos 4 anos, escrevi aqui a lista de coisas que queria fazer antes de morrer.
É sempre engraçado voltar atrás e ver o que eu queria há 4 anos e o que quero hoje. Talvez mudasse algumas coisas meio parvas e adicionasse outras.
Entretanto é um bocado frustrante ver que já (só) fiz 5 das 49 coisas da lista.
Vendo pelo lado positivo, se eu fizer 1 por ano (que é a média agora) aos 71 tenho a lista completa e posso encostar as botas e sorrir!
Será?
O meu Pai é psiquiatra. E exerce na ilha da MAdeira, uma região onde a primeira pessoa que precisa de análise, é o próprio presidente.
Para equilibrar a coisa, a minha mãe é psicoterapeuta.
Estar em casa com eles num domingo, podia ser um verdadeiro suplício. Porquê? Porque tudo, mas TUDO, era analisado.
Se eu me deitava no sofá a ver tv, o meu pai corria, sentava-se atrás de mim com um bloco e uma caneta na mão e dizia:
- Este é o teu espaço Maria. Falas quando quiseres, sobre o que quiseres.
E agarrava imediatamente no bloco, com a caneta a postos para tirar notas do que quer que fosse.
Se eu suspirava e dizia:
“oh pai, para lá com isso, não tenho paciência” via-o a escrever imediatamente qualquer coisa como: “conflito com o pai, complexo de Édipo mal resolvido.”
Se por outro lado, ao almoço me recusava a comer sopa feita pela minha mãe, o sermão que eu ouvia, nunca era sobre o quanto os legumes me iam fazer bem, mas sim sobre o quão aquilo era uma manifestação de agressividade latente para com ela e de como eu tinha de pensar na solução para resolver este problema.
Mas há mais, a relação com o meu irmão era a mais normal entre dois pré adolescentes. Sempre ao pontapé. Como é que isto era visto pelos meus pais? Simples, justificavam o nosso comportamento como sendo a descoberta da diferença cognitiva entre os rapazes e raparigas no seio da adolescência.
(Só mesmo) Freud explica.
Piccola Maria.
Há uns tempos tive um feeling de que ia voltar a precisar deste espacinho.
Foi assim que tudo (re)começou.
E entretanto lá ficamos caladinhos. Sem nada para dizer. Nada para partilhar. Nada acrescentar.
Até hoje.
Caraças. Hoje tenho uma coisa para dizer. Ai tenho tenho! Foda-se o que eu odeio gente sonsa!!!
Ass: Piccola M.
Aqui estamos nós de cara renovada.
Será que é uma nova leva para este belo blog?
Estamos a ver a joana, a angela, a raquel, a maria, o hugo e a tânia.
O hugo está diferente, digo eu, Piccola. (acho que ele já não se lembra de mim...)
Meu deus, a nuvem de cinzas... e como isto é parecido com quarta-feira de cinzas- (neste momento há um debate sobre quarta ou quinta ou ainda sexta de cinzas) (neste momento também existe agressividade com uma bater de porta da sala oposta).
Prevejo para este post, 0 comments!
"Não há vinho" suspira a tânia.
"mas há bebidas alcoólicas" dispara a maria enquanto toca romeo and juliet por the killers.
Entra a mariana desesperada efusivamanente a perguntar pelo vodka. (debate sobre a sexualidade do vodka... ou da vodka... como será?)
O caracter para amizade em chines está na sala do piero.
(estamos a debater os preservativos obama que estão na parede do piero) a michelle e a micheila causam hard times aos seus membros masculinos!
Este post que marca um regresso tão ansiosamente esperado pelos nossos dois leitores, (três eu, diz andré, namorado de piccola) foi escrito a duas mãos, mas vivido a quatro olhos (seis se considerarmos os óculos do piero como olhos) vai este momento terminar. Agora ponto. (redundancia portanto...)
(isto tudo enquanto a piccola ergue o seu vodka cola no ar e o piero pousa o seu vodka malandro laranja na esteira segundo a raquel, consola segundo o andre, esta merda segundo agente.)
A joana monteiro estava para ligar, mas a ju! não chega... portanto a joana monteiro não telefona a dar os parabéns... e com isto dizemos até breve meu Portugal!
Beijos e abraços
destes que tanto vos amam
e que rezam por vocês
todo o santo dia
Piccola Maria
e Piero!
(Voltámos, que bom!) :)
Mas não podes pedir nem arroz doce nem um pastel de nata!
Beijos e abraços
Piero
E porque hoje é feriado e ninguém trabalha. A definição de um best friend:
Beijos e abraços
Piero
As pessoas, de uma forma geral, detestam ver os outros doentes. Não porque a doença faz o outro sentir-se mal, mas porque eles agora vão ter menos atenção que esses que estão doentes. E então perante uma queixa, a resposta é logo “oh isso não é nada!” Mas é!
É o nariz entupido, ou a cabeça a doer e custa! Custa a dormir, custa a comer, a respirar, a pensar até. Por isso, não digam que não é nada porque é.
Ai, dói-me o corpo. “oh isso não é nada, é só uma gripe”. Então afinal é alguma coisa! É uma gripe! E uma gripe merece uma queixa e merece que alguém nos diga que nos pode fazer um chá e cuidar de nós nesses dias mais duros. Mas não, agora é moda desvalorizar, dizer que não custa nada, que não dói assim tanto, que só quer é mimo. E então? Mimo por acaso é mau, não podemos querer?
Eu quero poder queixar-me à vontade quando sinto alguma coisa mal. Se me dói a perna eu quero dizer que me dói a perna, sem que me respondam “oh isso não é nada.” Eu não quero que opinem sobre o que é a dor! Eu só quero que saibam que me dói a perna e que vivam comigo esse momento de dor ou dorzinha.. também o que é que interessa? Eu não quero é ter de medir as palavras só porque me vão dizer que o que tenho não é nada. Ainda por cima, porque sei que é alguma coisa. Se dói, dói. E se dói é alguma coisa. Deixem-me queixar à vontade, deixem-me partilhar o nariz ranhoso, o arranhão no dedo, a afta na língua. Eu também partilho todas as outras coisas boas, e essas ninguém diz, ah isso não é nada.
Hoje ardem-me os olhos, espirro de 5 em 5 minutos, tenho o nariz com o pingo e sinto que posso estar a ficar constipada, ou então é só uma alergia a qualquer coisa. Não interessa. Ai.. quero um chazinho. E tenho aqui uma nódoa negra na perna. É grande. Mas já não dói. Doía ontem. Já passou.
Piccola Maria
Fez-me lembrar os míticos "Vai masé chamar a tua filha!".
Se toda a gente respondesse assim o pessoal do Call center teria uma vida ainda mais difícil
Beijos e abraços
Piero
Há um fenómeno no mundo do trabalho, que se bem lembro não havia quando estava no liceu nem na faculdade, e se acontecia na primária ou na creche não me lembro.
O que é facto, é que acontece agora, e acontece em todas as empresas, em todos os escritórios, em todos os consultórios, acontece em todo o lado, desde que haja pessoas a trabalhar.
Eu chamo-lhe síndrome do chato dos 40ºC
Porque há sempre um gajo que sofre deste síndrome. Trabalhemos nós com 50 pessoas ou com 4 pessoas há sempre um que se incomoda com o que normalmente agrada aos outros. Ainda não percebi como é o síndrome despoleta, não percebo se tem só a ver com a altura do ano, tipo febre dos fenos que só aparece na primavera, ou se é quando pode incomodar mais pessoas. Mas a verdade é que há sempre quem sofra deste mal e infernize a vida dos restantes, que é como quem diz, há sempre, mas sempre o gajo que desliga o ar condicionado.
É só chegar a Abril, Maio, para começar a chegar o calor e o cabrão aparece. Ai que tenho o narizinho seco. Ai que está mesmo aqui nas minhas costas e vou-me constipar.
E quem se lixa? Pois, são os que têm calor, muito calor.
Porque olhamos para a rua e as pessoas andam de t-shirt, top, saia, havaianas. Mais, na janela da minha agencia vêem-se as pessoas na praia.
Passa dos 27ºC lá fora e dentro estão à vontade 435ºC!! E o chatinho de sempre mal vê alguém a dirigir-se ao botão “ON” do A/C, vai logo atrás desligar.
É que nem avisa antes que o vai fazer, não diz nada, levanta-se quando a pessoa que o ligou se volta a sentar, e desliga de mansinho. E ainda volta como se não fosse nada e é capaz de nos perguntar se queremos alguma coisa do bar, “ um cafezinho, uma água?” Armado em gajo porreiro.
Mas há um dia que o apanhamos. Por acaso estamos atrás dele quando o vemos desligar o AC que acabámos de ligar e aí perguntamos “Porque raio queres que eu morra assada aqui dentro??” E a resposta seeeeemmmmpre a mesma. “Ai tenho frio nas costas” ou “sou alérgico, tenho o narizinho seco, nem consigo respirar” .
Ok, então bora lá todos desmaiar de calor, e transpirar que nem uns animais, bora pôr o gordo lá do fundo todo ensopadinho de suor, porque o teu narizinho está mais seco! E por causa de uma pessoa, 50 ficam a sofrer! Porque 50 pessoas, têm que respeitar o narizinho do chatinho, irritante e pedante. E isso não é fixe.
Eu imploro pelo fresquinho, pela ausência de cheiro a suor, e pela ausência de pele reluzente causada pelo suor, pelo fim das camisas dos homens molhadas, das bolachas perfeitas na zona do sovaco. Imploro!
Quem tem problemas com o A/C tem só de arranjar soluções: nariz seco = ir à farmácia comprar um hidratante nasal; nariz a pingar / alergia = ir à farmácia comprar Zyrtec ou outro parecido; friozinho nas costas, ai ai que me constipo = casaquinho nos ombros, laranja para reforçar a vitamina C e centrum. Custa alguma coisa?
Não.
Quem tem calor, não tem como resolver a coisa, não pode ir à piscina, nem tirar a roupa toda no trabalho, pois não?
Pois não.
Fica o recado dado.
Piccola Maria
A criatividade pode ser quase tudo para passar a mensagem:
Beijos e abraços
Piero
Quão perfeita esta mulher é.
Há uns tempos fiz um post sobre a tendência de agora fazer capas de revistas sem photoshop e maquilhagem.
Pois bem, a Elle decidiu aderir a esse movimento e fazer uma série de capas com várias mulheres com idades não tão novas. Entre elas estão a Eva Herzigova, Ines de la Fressange, Charlotte Rampling, Sophie Marceau e a fantástica Monica Belucci:
Jazus! Claramente está perto do 1º lugar. Só quero ver a Angelina sem photoshop para tirar as dúvidas.
Será que teremos as revistas portuguesas a fazer isto daqui a uns tempos?
Beijos e abraços
Piero
Eu adoro a Wii é um facto. Mas elas não gostam assim tanto quanto nós.
Posto isso foi criado o Shii.
Parece-me bem
Vi aqui
Principalmente a R&B e ainda mais propriamente o Hernani!
Quem nunca esteve apaixonado por uma colega? É esse o mote desta canção de amor....
Beijos e abraços
Piero
Quem trabalha em publicidade sabe. É duro estar dias e dias a pensar, fazer noitadas, ter no fim uma boa ideia, o director criativo aprovar começar a fazê-la e no fim, às 20h, a account fazer birra, dizer que não quer mostrar aquilo ao cliente, bater o pé e obrigar os criativos a fazerem tudo de novo mas agora numa (só) noite, a da véspera, porque a reunião com o cliente é na manhã seguinte. Já aconteceu a todos, não nos pagam horas extras e não podemos fazer muito a não ser pôr mãos à obra.
Os senhores que se seguem, trabalhavam na Fischer e aconteceu-lhes isto mesmo, mas não se limitaram a trabalhar, decidiram deixar um recado à account, para quando ela chegasse de manhã. E foi o que se segue:
http://www.youtube.com/watch?v=5b0a6d-gyQo
Piccola Maria
Eu- Tou sim boa tarde, queria tirar uma dúvida. Ela-Sim sim diga. Eu-Bom, eu vou fazer um site com este serviço assim e assim e gostava de saber se preciso de concessão de autorização da vossa parte. Ela-Hmm pois. Eu acho que não precisa, mas não lhe quero dar certezas. Para isso tem de ligar para a nossa linha. Eu- Errr.... mas este é o número que está no vosso site. Ela- Pois mas a nossa linha é outra, que por se chamar Linha de Privacidade de Dados as pessoas normalmente não ligam. Mas eu posso dar-lhe o número. Eu- Claro claro diga lá então. Ela- Blah blah. Eu- Ok. Ela- Pronto agora liga-lhes amanhã porque esta linha tem o horário de funcionamento das 10h às 13h....... Eu- ................... Desliguei Bonus: Finanças Eu- Bom dia, para tratar da situação de recibos verdes é aqui? Ele- É sim. Eu- Boa. Queria saber se eu alguma vez encerrei actividade. É que já não me lembro se fiz isso. Ele- Número de contribuinte. Deixe-me ver........ Pois não. Você ainda está com actividade aberta, desde 2006. Eu- Hmm bolas... Ele- Mas fez IRS disto? Eu- Pois... não... esse era o meu medo. Ele- Ah pois... devia ter feito. Eu- Pois mas não fiz. Mas diga-me, agora o que é que eu posso fazer para não apanhar uma multa? Ele-Hmmm... pois não sei... Eu-Não sabe? (olho à volta) Então.... mas estou nas finanças. Ele-Pois está, mas eu não lhe sei responder. Você devia ter feito o IRS. Eu- Pois devia, mas não fiz e agora venho perguntar-lhe o que posso fazer. Ele-Olhe o que pode fazer é ir ali ao departamento de cima, onde se entrega o IRS. (agora em tom de confidência como eles gostam muitas vezes de falar) Mas não vá esta semana. Aquilo está cheio de gente. Eu-........................ Bom dia. Maria tu que trabalhas ao pé destas finanças, faz-me um favor, entra lá, é logo a primeira porta, o senhor que está no número 5. É um murro sff. E depois querem que este país avance. Beijos e abraços Piero
E este vai direito para o top da lista!
E depois não querem que ache o twitter parvo e bastante inútil (isto não quer dizer que não reconheça que está na moda e portanto pode ser mais uma ferramenta para as marcas ligarem-se ao consumidor nesta tendência do social network).
Vejamos só por acaso estes dois profiles:
-Uma máquina de lavar que lança um post sempre que acaba de lavar a roupa... 506 pessoas seguem esta louca odisseia...
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