quem quer uma anedota?

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Written on segunda-feira, setembro 24, 2007 by Maria

Nunca fui grande fã deste senhor, mas agora admito há ali qualquer coisa há.Há talento.
Ressalvo, a indumentária, nomeadamente a bota. Ressalvo também a calcinha subida até à cintura, o cabelo rapado atrás e aos lados mas deixando os caracois ao vento mais acima. Ressalvo a voz, afinada. Ressalvo (este a dobrar) os movimentos, a dança ao ritmo da música. E ressalvo o final, o verdadeiro piece de resistance, "como te chamas" pergunta Miguel Ângelo (já agora ressalvo também a roupa deste)resposta: "ROCHA!"

Please ladies and gentleman, enjoy:


Finito!

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Written on sexta-feira, setembro 07, 2007 by Maria




Há testemunhas. Disse há 2 dias atrás, enquanto sobrevoava Lisboa,(por falar nisso, Crónicas de uma aventura na Croácia para breve.) que nunca mais roía as unhas e assim será! Acabaram-se os dedos na boca e as unhas curtinhas! Estão todos autorizados a darem-me um valente chapadão se me virem de dedos na boca! Depois, quando tiver as unhas crescidinhas, pintadinhas e bonitinhas, tiro uma fotografia e ponho-a aqui. Hein?? Bonito, uma fotografia das minhas unhas.. se fosse leitora deste blog, estava ansiosa!! :S

Picolina Maria.

ok pode ser! gosto gosto gosto!

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Written on quinta-feira, setembro 06, 2007 by Maria

You Belong in Barcelona

When it comes to Europe, you don't want to decide between culture and fun. You want art by day and a big party by night.
Barcelona is ideal for you. You can check out some Picasso, eat some tapas, take a siesta, and then dance all night!


Picola Maria.

...

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Written on terça-feira, agosto 14, 2007 by Maria

Recuso-me a sentir a distância. Nunca houve tal coisa. Os meses e os anos entre nós tinham 2 centímetros no máximo. Nunca nada nos afastou.
Tudo de ti está perto de mim como sempre, para sempre. Tenho a viola, o figo, a camisola da selecção, o cabelo, o olhar e o sorriso, a gargalhada, a nossa altura ☺ . Tenho tudo. O dente partido na rede de volei, as lições de guitarra, as palhetas. A entrega, sobretudo a entrega. E nunca hei-de perder nada. Tranquei tudo com chave, e dei duas voltas. Porque fazes parte de mim há 13 anos e farás sempre.
A última quinta-feira pareceu-me a parte de trás de um outro dia qualquer. Quando soube, deixaste o céu todo a chover-me nos olhos, tiraste-me o ar.
O teu ar. O que perdeste, pela última vez.
Pelo menos já o ganhaste. Pelo menos agora é todo teu. Aproveita-o bem, prova-o como nunca conseguiste e tanto tentaste. Sabe a água, vais ver.

da tua Maria.

Censura na Dublagem dos Simpsons

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Written on quarta-feira, agosto 08, 2007 by Maria

brazuca tem medinho!

Detesto saldos!!! Detesto saldos!! Detesto saldos!!

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Written on quinta-feira, julho 19, 2007 by Maria

Saldos só são bons para pessoas grandes e com mau gosto! grrrrrrrrr!!
Abaixo as épocas de saldos!

Picola Maria.

Pedro Pedro!! Olha nós em Simpsons!!!

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Written on quarta-feira, julho 11, 2007 by Maria





Picolina Maria Simpson and Piero Vintém Simpson!

iguaizinhos!!


Picolina Maria!

Bodies.

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Written on terça-feira, julho 10, 2007 by Maria





No domingo fui ver isto. Não há palavras para descrever.
Aconselho mesmo toda a gente a ir e ver. Mas vejam tudo, conscientes de que são corpos reais. A sério que muda muito a perespectiva da exposição. Reparei que a maior parte das pessoas que lá estavam, passeavam e olhavam para os corpos como se fossem bonecos de plástico, com uma indiferença tal. que mesmo com placas enormes a dizer "NÃO TOCAR", aquelas amélias esticavam o dedinho e TOCAVAM! São músculos, nervos, veias, pele, tudo real.
Vão, a sério vão que vale a pena!

E levem uma radiografia que dá desconto! juro!

Quem dá bons conselhos quem é!!??

Picolina Maria.

"Ai que crescida que estás Maria" disse-me o L. e o bate-pé lembras-te?!

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Written on sexta-feira, julho 06, 2007 by Maria



Gosto de dias que acordem iguais e prometam o mesmo que os outros todos, mas que num minuto, sem se estar à espera, mudem tudo (para bom) e adormeçam diferentes. Gosto destas surpresas não planeadas, não pensadas. Gosto destes acasos, raros e bons.

Encontrei um amigo, daqueles que não me lembro de não conhecer, mas que já não via há cerca de 10 anos. Crescemos os dois. Partilhamos uma infância de quedas de bicicleta e skate, de arranhões nos joelhos, gorilas e supergorilas de banana na boca até ficarem duras, perderem o sabor e nos doer o maxilar. Vivemos muitos anos na mesma rua, construimos um abrigo com folhas de bananeira, inventámos um aparelho para os dentes feito de arame e pastilha elástica, salvámos gatinhos acabados de nascer que tinham sido abandonados por uma vizinha velha e horrivel. Tocávamos na campainha da casa desta vizinha e fugiamos umas 3 vezes por dia. Roubámos gomas do supermercado. Acampámos no jardim da sua casa. Fizemos campeonatos de Sonic no Game Gear. Entrámos para o ténis juntos, tivemos o 1º torneio de mini ténis no mesmo dia e os dois perdemos 1 jogo antes da final.

Eu mudei de casa e sem querer fomos perdendo o convivío do dia-a-dia.
Percebemos que estavamos diferentes, a crescer, a primeira vez que nos encontramos numa saída à noite, já com 16 ou 17 anos, e os dois tinhamos namorados (ele namorada obviamente)em vez de namorarmos um com o outro. Não que esse fosse um desejo de ambos, namorarmos, aliás tenho a certeza que não. Mas a verdade, é que durante anos fomos de certa maneira "um do outro", e naquela noite percebemos que isso já tinha mudado.

Hoje, reencontrámo-nos. Olhei para a frente e de repente ali estava ele, quase tão incrédulo como eu por estarmos frente a frente, olhos nos olhos, sem combinações, sem planos nem telefonemas, até porque já nem tinhamos os números um do outro, estávamos ali os dois, só por acaso (e ainda me querem convencer que não há coincidências).
Fizemos o que nunca tinhamos feito, sentámo-nos numa esplanada e conversámos durante horas e horas, como adultos. Passaram tantos anos que, sem darmos por isso, deixámos de ser os amigos das gomas, pastilhas, bicicletas e quedas à mistura, para passarmos a ser amigos das águas frescas e um sumo de laranja natural, numa esplanada, de perna cruzada.

Foi giro, ver como tudo mudou. Os planos, os amigos, até os problemas. Aliás, centrámos muito da nossa conversa, divertidos a comparar os problemas, as ansiedades e as angústias que viviamos naquela altura, com o que vivemos agora. (nada de preocupações, que não há dramas de maior nas nossas vidas hoje em dia, tá tudo bem obrigada!).

Um destes grandes dilemas que recordámos, era como gerir bem, o jogo do "bate-pé"! Ora, todos sabemos perfeitamente que festa de anos que se preze, tinha de ter uma jogatana destas às escondidas. Eu e o L. (é pá, isto em código tem a sua piada) não eramos excepção e lá nos juntávamos num grupo clandestino prontos para a loucura. Os graves problemas com que tinha de lidar naquela altura eram se deveria aceitar o "3" (um beijinho na boca, uuuhhh!) pedido pelo Luis Filipe (até era giro na altura, pena que hoje já não) ou, se deveria bater o pé (que é como quem diz dar uma tampa), porque não me apetecia nada andar às beijocas. A verdadeira crise é que depois já só podia bater o pé mais duas vezes e estava lá o Duarte que gostava de mim, (logo ía insistir no "3" comigo) mas era feio, e a ele é que não queria mesmo dar beijinhos!!
Bolas.. era difícil!

(Quero destes problemas outra vez!)

Picolina Maria.

(beijinho especial para o L.)

Gosto mesmo de publicidade

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Written on sexta-feira, junho 29, 2007 by Maria




A "wannabe copy" picola Maria.

desculpem a insistencia com os textos, mas este homem e do caralho (oops) fodassss!! (ai!)

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Written on terça-feira, junho 26, 2007 by Maria

OS PALAVRÕES

"Ja me estão a cansar... parem lá com a mania de que digo muitos palavrões, caralho! Gosto de palavrões! Como gosto de palavras em geral. Acho-os indispensáveis a quem tenha necessidade de dialogar... mas dialogar com caracter! O que se nao deve é aplicar um bom palavrão fora do contexto, quando bem aplicado é como uma narrativa aberta, eu pessoalmente encaro-os na perspectiva literária! Quando se usam palavrões sem ser com o sentido concreto que tem, é como se estivessemos a desinfecta-los, a torna-los decentes, a recupera-los para o convivio familiar. Quando um palavrão é usado literalmente, é repugnante. Dizer "Tenho uma verruga no caralho" é inadmissivel. No entanto, dizer que a nova decoração adoptada para a CBR 900 '2000 não lembra ao "caralho", não mete nojo a ninguém. Cada vez que um palavrão e utilizado fora do seu contexto concreto e significado, é como se fosse reabilitado.
Dar nova vida aos palavrões, libertando-os dos constrangimentos estritamente sexuais ou orgânicos que os sufocam, é simplesmente um exercicio de libertação. Quando uma esferografica nao escreve num exame de Estruturas "ah a grande puta" ("... nao escreve!", desagrava-se a mulher que se prostitui. Em Portugal é muito raro usarem-se os palavrões literalmente. É saudável. Entre amigos, a exortação "Nao sejas conas",
significa que o parceiro pode não jogar um caralho de GT2. Nada tem a ver com o calão utilizado para "vulva", palavra horrenda, que se evita a todo o custo nas conversas diárias. Pessoalmente, gosto da expressão "É fodido..." dito com satisfacao ate parece que liberta a alma! Do mesmo modo, quando dizemos "Foda-se!", é raro que a entidade que nos provocou a imprecação seja passivel de ser sexualmente assaltada. Por ex.: quando o Mario Transalpino "descia" os 8 andares para ir a garagem buscar a moto e verificava que se tinha esquecido de trazer as chaves... "Foda-se"!! não
existe nada no vocabulario que dê tanta paz ao espirito como um tranquilo "Foda-se...!!". O léxico tem destas coisas, e erudito mas não liberta. Os palavrões supostamente menos pesados como "chiça" e "porra", escandalizam-me. Sao violentos. Enquanto um pai, ao não conseguir montar um avião da Lego para o filho, pode suspirar apos tres quartos de hora, "ai o caralho...", sem que dai venha grande mal a familia, um "chiça", sibilino e cheio, pode instalar o terror. Quando o mesmo pai, recem-chegado do Kit-Market ou do Aki, perde uma peça para a armacao do estendal de roupa e se põe, de rabo para o ar, a perguntar "onde e que se meteu a puta da
porca...?", esta a dignificar tanto as putas como as porcas, como as que acumulam as duas qualidades. Se há palavras realmente repugnantes, são as decentes como "vagina", "prepucio", "glande", "vulva" e escroto". São palavrões precisamente porque são demasiadamente inequivocos... para dizer que uma localidade fica fora de mão, nao se pode dizer que "fica na vagina da mãe" ou "no anus de Judas". Todas as palavras eruditas soam mais porcas que as populares e dão menos jeito! Quem e que se atreve a propor expressões latinas como "fellatio" e "cunnilingus"? Tira a vontade a
qualquer um! Da mesma maneira, "masturbação" é pesado e macudo, prestando-se pouco ao dialogo, enquanto o equivalente popular "esgalhar um pessegueiro", com a ressonância inocente que tem, de uma treta que se faz com o punho, é agradavelmente infantil. Os palavrões são palavras multifacetadas, muito mais prestáveis e jeitosas do que parecem. É preciso é imaginação na entoação que se lhes dá. Eu faco o que posso."

MIGUEL ESTEVES CARDOSO


booommm.. este texto merece mesmo um.. fodassss!! (ai! outra vez!)

picolina Maria.

ele ha coisas de uma precisao!

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Written on segunda-feira, junho 18, 2007 by Maria





E depois dizem que estes testes não são científicos!
Então por este resultado não se vê logo que sim!

Picolina cioccolata Maria

Elogio do Amor.. pela mesma voz de "O amor e fodido" (ai que disse um palavrao)

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Written on quinta-feira, junho 14, 2007 by Maria

Adoro o MEC e adoro este texto por muitas razões, por ser tão verdade o que aqui é dito, principalmente por isso.
A todos vocês "tomadores de bicas", e não só, dedico este post. :)
Tenham paciência para ler, prometo que não se vão arrepender.



Elogio do Amor


"Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas.Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber.
Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo. O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão.
Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões.
O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática.
O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço.
Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, banançides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas.
Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida é outra.
O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".
Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos.
Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade.
Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo.
O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. é uma questão de azar.
O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra.
A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina.
O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima.
O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente.
O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.
O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessýria. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser.
O amor é uma coisa, a vida é outra.
A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.
Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz.
Não se pode ceder. Não se pode resistir.
A vida é uma coisa, o amor é outra.
A vida dura a Vida inteira, o amor não.
Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também."


MIguel Esteves Cardoso.


Valeu a pena ou não? ;) É o maior ele!

Picolina Maria.

Meu deus, meu deus, meu deus, sem palavras..

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Written on domingo, maio 27, 2007 by Maria

para descrever o concerto de Dave Matthews Band na sexta-feira.
Estava com muitas e enormes expectativas, mas nunca, nunca, nunca, me passou pela cabeça que fosse um concerto tão incrível.
Não é possível mesmo explicar a quem não esteve lá.
Foi um momento, daqueles que nunca mais se esquecem.

O público, meu deus o público, completamente envoldido desde as pessoas da 1ª fila à última.. e ele, o Dave himself!

bom o melhor é pôr aqui uns videozinhos que já andam pelo youtube. Não é de todo a mesma coisa, mas dá para ter uma ideia.

ME LOVE!!! (certo Monteira??!! ;))

ants marching.. tudo ao rubro. o publico aos gritos. arrepio-me sempre só de me lembrar.

ainda sem palavras, mais um momento.. meu deus, meu deus, meu deus..

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Written on domingo, maio 27, 2007 by Maria

ía ele começar a tocar "dont drink the water" quando...

este foi um dos momentos altos do concerto, pena que não se vê o público mas eu explico, 15 mil pessoas,incluido eu claro, espontâneamente levantaram os braços como se vêem estas pessoas a fazer, e gritaaaaram de uma forma ensurdecedora, só se ouvia um "ooooooooooooohhhh" gigante que ecoava por todo o pavilhão atlântico, (por momentos pensei que íamos fazer a onda mas não) como se vê o Dave Matthews parou por momentos, respirou (deve ter pensado.. "what a fuck!?")e com uma vénia agradeceu.. contado não é a mesma coisa mas foi incrível, ai isso é que foi!

É hoje!!!

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Written on sexta-feira, maio 25, 2007 by Maria




Meu Deus, meu Deus, meu Deus, meu Deus, meu Deus, meu Deus.. é mesmo hoje! Já daqui a umas horinhas!
Meu Deus, meu Deus, meu Deus, meu Deus, meu Deus, meu Deus, meu Deus....

não consigo dizer mais nada... Meu Deus, meu Deus, meu Deus, meu Deus, meu Deus, meu Deus, meu Deus...


Picolina Maria.

Ode à preguiça

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Written on segunda-feira, maio 14, 2007 by Maria

Não vou trabalhar - Cool Hipnoise


Vou ficar em casa

Hoje não vou trabalhar
Hoje tá é bom para ficar em casa
À espera de saber
Se um dia eu vou crescer

Vou deixar para amanhã o que ia fazer hoje
Vou-me deitar no divã enquanto o tempo foge

Vou ver o sol a passar sozinha na janela
E quando a lua chegar eu vou ser a sombra dela

Hoje não vou trabalhar
Hoje não vou trabalhar

No quarto o mundo é perfeito
Na cama a vida não me engana
No silêncio fico deitada
Enquanto o mundo me chama

Vou deixar para amanhã o que ia fazer hoje
vou-me deitar no divã enquanto o tempo foge

Vou ver o sol a passar sozinha na janela
E quando a lua chegar eu vou ser a sombra dela

Hoje não vou trabalhar
Hoje não vou trabalhar




Não sei porquê... Mas identifico-me com a mensagem...



Beijos e abraços

Piero

um ano...

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Written on segunda-feira, abril 16, 2007 by Maria


Divas em alto mar brasileiro! (falta a Diva Juju Raminhos mas enfim, estava em Roma tem desculpa)


Piero a piscar o olho (para quem?? tou com ciúmes pá!)


Banhos de lama, alegria! Bikini para o lixo! Toalha para a lavandaria (enfim..quem não se lembra) e um carrapito no cabelo!



Faz hoje 1 ano que "A" Viagem começou!!! Foram 16 horas intermináveis no avião, guerras de almofadas, ataques de pânico, comida de avião, filmes brasileiros, hospedeiras que sabiam onde comprar droga, enfim, foi só o início.
As fotos são só para rever momentos, que no fundo não são possiveis de esquecer. Ai o nosso Brasiú!



No Aeroporto, o regresso, de havaianas nos pés, t-shirt Alto Astral, pulseirinha amarela no pulso, um bronze invejável e uma ressaca apesar de tudo recuperável.Lá voltamos..

("e era a malta mais católica e mais alcoólica e mais alcoólica etc etc" lembram-se?)

Quando regressamos descrevi a nossa viagem assim:

"Incrível como há experiências que marcam como se de uma cicatriz se tratasse. Incrível, como há experiencias que aproximam pessoas, que deixam memórias demasiado fortes que quase se sentem na pele.
Falo de uma viagem. Uma viagem de finalistas, aparentemente nada mais que uma viagem com o objectivo de tomar uns copos e fazer praia com colegas da faculdade.
A nossa viagem foi muito mais que isso!
Foi acima de tudo, a magia de transformar os colegas em amigos! Foi o poder que logo desde o início se sentiu quando todos juntos atravessamos um rio iluminado por velas, à noite, numa jangada! Foi a união e o laço que se criou quando às 4 da manhã dançamos a mesma coreografia dentro de água, todos ao mesmo ritmo, num mar com uma temperatura de casulo que nem àquela hora nos refrescou. Foi a grandeza de um banho de lama que nos fez rir até não podermos mais! Foi a força que se criou quando com uma hora de sono todos gritámos até ficarmos roucos, dentro de um autocarro que era nosso, onde todos estavámos juntos! Foi a energia que se apoderou de nós quando descemos as dunas móveis num buggie que gritava as nossas músicas e nos fazia dançar sem parar! Foi a dura nostalgia que nasceu nas 7 horas de regresso! Foi a memória inesquecível que nos obrigou a usar a mesma t-shirt no regresso às aulas!
Foi uma viagem demasiado boa para ser verdade!"

(desculpem a repetição mas pareceu-me bem voltar a pôr o mesmo texto, também já lá vai um ano, ninguém se lembra.)


Para além disso, hoje é dia de........

PARABÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉNNNNNNSSSS ao meu Pepe Vinte lindo! que eu adoro!! Que há-de ser o meu companheiro de Blog, da vida, da bd "rato alberto" , do vício de chocolate etc etc etc


e mais..


PARABÉÉÉÉÉÉÉÉÉNNNNNSSS Juju Raminhos!!!! Minha Diva do coração!! lindona!! :) Vemo-nos no peddi paper! :)

Uma musiquinha para variar

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Written on terça-feira, março 27, 2007 by Maria

Hoje apetece-me postar uma música. Como não há o audio vai a letra:


Los Hermanos
Sentimental



O quanto eu te falei que isso vai mudar
Motivo eu nunca dei
Você me avisar, me ensinar, falar do que foi pra você,
Não vai me livrar de viver

Quem é mais sentimental que eu?
Eu disse e nem assim se pôde evitar.

De tanto eu te falar você subverteu o que era um sentimento e assim
Fez dele razão
Pra se perder no abismo que é pensar e sentir

Ela é mais sentimental que eu!
Então fica bem
Se eu sofro um pouco mais.

Eu só aceito a condição de ter você só pra mim.
Eu sei, não é assim, mas deixa

Eu só aceito a condição de ter você só pra mim.
Eu sei, não é assim, mas deixa eu fingir e rir.

A melhor produtora de eventos do (terceiro) mundo!

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Written on segunda-feira, março 26, 2007 by Maria

Eu sei que já vou um pouco tarde, mas hoje li notícias sobre o fantástico festival "50 Cent e Amigos". Afinal ele realizou-se! Aconteceu! E com grandes nomes como Dog Murras, Puto Prata ou Matias Damásio, entre outros. Mas eu não venho falar sobre o festival e os sucessivos adiamentos, porque sobre isso já muito foi escrito.

Eu venho falar sobre um próximo festival que a mesma produtora, Casa Blanca (que se intitula como A MAIOR COMPANHIA DE ESPECTÁCULOS DE AFRICA, UMA DAS MELHORES DO TERCEIRO MUNDO), vai realizar.Dá pelo nome de "FestiAngola" e realizar-se-á em Bruxelas. A data essa ainda está por anunciar.

Agora o mais fantástico deste festival não são os nomes dos artistas presentes: (vou fazer copy paste do site, "só" dos mais importantes, para não correr o risco de haver erros ortográficos)

EVE
SisQó
Michael Jackson
Tracy Shapman
Ziggy Marley
Peter Gabriel
Sting
Rolling Stone
Phill Collins
Luciano Pavarotti
Laura Pousini
Eros Ramazzotti

Apesar de, com este cartaz, parecer que estamos na presença do próximo Live Aid, ou sendo modestos, do próximo Rock in Rio, o nome que mais chama a atenção é:

Raúl Ouro Negro (conhecido também como Raúl Indipwo) - falecido a 4 de Junho de 2006


Verificando-se a presença de Raúl Indipwo no festival, afirmamos com (quase!) toda a certeza que será a primeira produtora a trazer a um festival um artista directamente do mundo dos mortos!

Nós aqui no Qual Roma Qual Quê decidimos dar uma ajuda à produtora Casa Blanca e realizámos já o cartaz do próximo festival! Aqui vai:

Festival "Amigos de S.Pedro (e alguns de Satanás)
Local: Bobadela
Datas: 30 e 31 de Fevereiro de 2008


Dia 30:

Cabeça de Cartaz - Freddy Mercury (com Queen)
Elvis Presley e Frank Sinatra (concerto dueto)
Jim Morrison (com Doors)
Jeff Buckley
Mamonas Assassinas

Dia 31:

Cabeça de Cartaz - John Lennon e George Harrison (com Beatles)
Bob Marley
Jimmi Hendrix
Kurt Cobain (com Nirvana)
Ray Charles


Que vos parece? A mim parece-me consistente e acima de tudo é barato! E acho que não há problemas de agenda, visto que eles não andam a fazer muito ultimamente...


Beijinhos e abraços

Piero