sou só eu que me sinto mesmo envergonhada com isto?

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Written on segunda-feira, março 14, 2011 by Maria

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=473027

shake it like a polaroid picture

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Written on sexta-feira, março 11, 2011 by Maria



Hoje a mim doem-me as costas. Acordei assim. Talvez da almofada. Lembro-me de a meio da noite ouvir um camião passar, provavelmente o do lixo, e de ter pensado, caraças isto de fazerem barulho e incomodar quem está a tentar dormir devia ser punido por lei.
E entretanto, enquanto um camião me fazia pensar e uma almofada me entortava a coluna, o vizinho tossia, o gato miava, o leite azedava no frigorifico, uma criancinha qualquer tinha um pesadelo e um velhinho qualquer tinha uma insónia. Num país bem do outro lado do mundo, eram duas e tal da tarde, e o inferno fez-lhes uma visita. Neste momento no Japão, o mundo virou-se ao contrario. As imagens arrepiam.
Imagino as famílias, a tentarem falar uns com os outros e a não conseguirem. A água a entrar rua adentro e a destruir o que encontra. E o Japão até é um país preparado para lidar com este tipo de acontecimentos. Há ordenamento do território. Há sistemas de alerta e socorro preparados e mesmo assim é impossível evitar o caos.
Aqui, se isto acontecesse, e não é impossível, seria catastrófico. Inimaginável.
E a única coisa que me passa pela cabeça, é que andamo-nos todos a queixar da crise, dos recibos verdes, das injustiças e às vezes de um segundo para o outro, tudo isso, deixa de ter importância, porque o chão ruiu e com ele, tudo o que conta.

Se eu fosse um discurso, não me importava de ser este.

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Written on segunda-feira, fevereiro 28, 2011 by Maria


"I have a feeling my career’s just peaked. 
My deepest thanks to the Academy. 
I’m afraid I have to warn you that I’m experiencing stirrings somewhere in the upper abdominals, which are threatening to form themselves into dance moves. Joyous as they may be for me, it would be extremely problematic if they make it to my legs before I get offstage, so I’m going to do my best to be brief with my gratitude first for being on this extraordinary list of fellow nominees, something quite formidable and possibly the greatest honor (...) And to the Anglo-Italian-American-Canadian access which makes up my family. And Livia for putting up with my fleeting delusions of royalty and who I hold responsibly for this and for really everything that’s good that’s happened since I met her. 
Now if you’ll all excuse me, I have some impulses I have to tend to backstage. Thank you very much".  

Maria, esse vídeo é bom

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Written on segunda-feira, fevereiro 21, 2011 by Piero

Mas acho que não sabes é que tudo começou quando ele fez um vídeo para o Emanuel:




Tão bom tão bom tão bom tão bom tão bom tão bom tão bom

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Written on segunda-feira, fevereiro 21, 2011 by Maria

São Valentim

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Written on quinta-feira, fevereiro 17, 2011 by Maria

Nunca gostei do dia. Nunca lhe liguei nenhuma. No ano passado, só  depois de sermos barrados em dois restaurantes diferentes seguidos é que nos lembramos que era "dia dos namorados".
Este ano, ele ofereceu-me uma caixinha de chocolates. Mas só no dia 15 de Fevereiro, para ser do contra.

O segredo do chupa-chupa

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Written on quinta-feira, fevereiro 17, 2011 by Piero

Acabei agora de comer um chupa-chupa (coisa um bocado gay mas saborosa). Alguém me sabe responder porque é que todos os páus dos chupas têm este buraco?


A minha imaginação de puto dizia-me que isto era um tipo de flauta em que se podia soprar e fazer barulho, mas estranhamente nunca consegui...


Pronto é no que dá beber meia garrafa de vinho ao almoço.

Esta é a ideia para blog que eu gostava de ter tido.

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Written on terça-feira, fevereiro 15, 2011 by Maria

The Lisa Simpson book club     já nos meus bookmarks.

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Written on sexta-feira, fevereiro 04, 2011 by Piero

Toda a gente conhece esta música, certo?




Pois que eu hoje descobri que esta música é um cover desta música.



Quando descubro isto fico sempre com mixed feelings. Por um lado gosto que se façam covers e se faça renascer a música. Por outro detesto que não se dê crédito mais visível a quem criou a música. Por exemplo, sabem que o Valerie da Amy Winhouse é de uma banda de Liverpool? E como estes casos devem haver milhares por aí.

Posto isto, proponho aqui uma lei que vai mudar o mundo (ou apenas o meu): quando é cover é obrigatório por o nome do artista que a criou, no título do cover.

Aí sim o mundo seria um sítio melhor!

We're marketing for the wrong people

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Written on quarta-feira, fevereiro 02, 2011 by Piero

Cuidado, este vai ser um post sobre a área profissional dos dois escritores deste blog. Quem não gostar, por favor vá para a pipoca mais doce e afins :) mas mesmo assim vai ser curto e directo, portanto mal se vai notar.


Ontem fui a um jantar em que a média de idade devia rondar os 60/70 anos. Como seria de imaginar, não ia com a maior pica do mundo e ter de beijar montes de mulheres com barba também não.

Pois que no final do jantar percebi que aqueles "jovens da 3ª idade", como eles se gostam de chamar, vivem uma vida quase paralela onde se divertem loucamente, à sua maneira.

E no caminho para casa pus-me a pensar. Esta gente é que devia ser o target da publicidade e não os jovens. Ora vejamos:


  • eles têm saúde e vigor não igual ao dos jovens
  • têm mais tempo livre que os jovens, pois a maioria são aposentados
  • têm MUITO mais dinheiro que os jovens
  • são altamente susceptíveis a desejos e aspirações como os jovens (vi roupa de marca e blackberrys por exemplo)
E com isto tudo, ainda continuamos a apostar no target jovem como o melhor target! É normal pensarmos que estas pessoas já são velhas, não têm dinheiro, não percebem nada disto que anda à volta delas, mas ontem descobri que é mentira.

Será que uma marca de TV's deve apostar em jovens que se vêem à rasca para comprar uma tv de 300€ ou nestes "jovens" que compram uma de 1000€ quase sem problemas? Ou mesmo jeans? Ou carros? etc.

Pronto era isto. Podemos voltar ao ritmo normal :P

E eu até nem sou nada pessimista e queixinhas, mas lá que é verdade é.

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Written on segunda-feira, janeiro 31, 2011 by Maria

Ainda não tinha percebido porque é que andava toda a gente a postar isto. Até ter visto hoje e ter lido a letra.
É uma verdade pura e dura. Brilhantemente escrita. Igualmente cantada. Todos no Coliseu se identificaram e percebe-se isso a cada aplauso que surge depois de cada verso. Tão verdade, tão marcado nas nossas peles. E todos de mãos atadas, sem poder fazer nada, a não ser aplaudir os Deolinda, que disseram de forma tão simples, o que todos andamos a querer dizer. Arrepiei-me.



Deolinda - Parva que sou


Sou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!
Porque isto está mal e vai continuar,
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘casinha dos pais’,
se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
e ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?’
Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!
Sou da geração ‘eu já não posso mais!’
que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Talento. 16 anos.

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Written on quinta-feira, janeiro 27, 2011 by Maria




Sem palavras.

um vício.

Qual é o presente qual é ele que estava na lista e me veio parar às mãos?

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Written on terça-feira, janeiro 25, 2011 by Maria


Se não foi o Relógio, nem a Lomo.
Não percebo porquê, mas também não foi a Mala de dinheiro, nem a Polaroid. Damn!

Se ninguém me levou a um espectaculo e depois aos bastidores do Ricky Gervais, nem calcei uns Adidas novos, nem fui correr com os  Reebok para o rabo ficar riginho.

Se não foi o cão, caramba queria taaannnto! Nem as botas Timberland, nem inexplicavelmente a Casa com piscina e jardim ou o Gran Prix em Cannes. 
O presente foi.....

Agora sim, o ultimo dos 20.

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Written on sexta-feira, janeiro 21, 2011 by Maria





A verdade é que nunca liguei muito à idade que faço. Desta vez, estou a ligar. Nos 18 não senti nada de especial. Estava mais concentrada na vida nova que estava a começar. Tinha acabado de chegar a Lisboa.  A casa estava por minha conta, os meus amigos tinham vindo comigo. É um momento especial para quem vive nas ilhas, pegar nas coisas e apanhar um avião. Chegar e saber que connosco, vieram todos os nossos amigos do liceu. Que estamos todos juntos. Sem pais. Com casas vazias e a liberdade e o futuro por nossa conta.
Aí começaram 10 anos novos na minha vida. No curso de direito primeiro. Nas festas todas. Todas as noites. Todos os fins de semana. Casa desarrumada de quinta a domingo. Segunda vinha a empregada. Os dias na sala de alunos. Os matraquilhos, o snooker, as horas infindáveis. As faltas às aulas apesar de estar sempre na faculdade. Os amigos novos. Para sempre. A minha prima T, sempre ali ao lado,  as nossas para sempre bebedeiras. A Brasserie. Conhecer Lisboa pelas linhas vermelha, amarela, azul, verde. A paixão que agora nem compreendo. A rotina desrotinada. E depois, o ódio pelo meu curso. O querer mudar. A mudança.
A turma nova. A faculdade de cara lavada de repente. Mais amigos. Para sempre e sempre e sempre, espero. O ténis outra vez. A Mariana em Milão. As Joanas em Roma. O qualromaqualq. Os amigos da madeira a desaparecer um a um. Todos a apanhar o avião de volta e eu a ficar.
Outro avião, agora para o Brasil. A Viagem. As Divas. O sufoco no bairro que ainda chateia. As noites de estudo e a casa pizza. Mtics. Rita Fuckingeiras. Ficar em casa à sexta. Descobrir a publicidade. O último dia de aulas. O fim de uma era. A Luiza em Londres.
O primeiro dia de trabalho. Os estágios. O primeiro contrato. O primeiro contrato no fim. O segundo contrato. A Nossa. A certeza. A incerteza. Ai o André. Ai o cabrão do André. A libertação. O CCP. Ai o André.  A Joana em Londres. A casa nova. A porta da casa de banho que eu sempre quis. Benfica. A zona e a vida nova. Ficar em casa sexta e sabado. E amanhã, o fim dos 20. Disseram-me ontem, se chegaste lá feliz, é isso que interessa. E se cheguei. 

4 para os 30 - Wishlist #3

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Written on terça-feira, janeiro 18, 2011 by Maria

Deve ser do melhor.

sempre quis abrir uma mala destas.

Tão giro.

E esta também deve ser do melhor que há.

8 para os 30 - Wishlist #2

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Written on sexta-feira, janeiro 14, 2011 by Maria

A única pessoa famosa que eu queria mesmo mesmo mesmo conhecer.

pode ser que resulte

Parecem ser giros

9 para os 30 - Wishlist #1

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Written on quinta-feira, janeiro 13, 2011 by Maria

Se ele deixasse.


Porque tenho a panca há anos mas nunca quero comprar porque acho que me vão ficar mal, porque são grandes.

Se o iPhone é o que é, imagino o iPad.

Assim já podia ter o cão. E sitio para fazer a festa à grande.

Tinha emprego e confiança para o resto da vida.

And when things get tough, be quiet oh nigga

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Written on quinta-feira, janeiro 13, 2011 by Piero

Só porque ouvi isto agora em português e pensei que em inglês ficava muito mais giro.

Tenho uma coisa a dizer sobre o caso Renato Se abra e Carlos, Castro!

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Written on segunda-feira, janeiro 10, 2011 by Maria



Não é palhaçada. Serio que não.

Acho que isto só reflecte, o mundinho perigoso e difícil da alta sociedade, especialmente, o relacionado com a moda. Como é óbvio, sendo eu uma simples anónima, não conhecia Carlos Castro de lado nenhum, mas li coisas que ele escreveu e a única opinião que sempre tive dele, é que era má pessoa. Não se importava de enxovalhar a primeira pessoa que lhe aparecesse à frente, de humilhar e de criar conflitos.
Uma pessoa que fazia disto a sua vida, não merecia ser feliz, é duro, mas é o que eu acho.
Não sei nada de nada. Mas posso obviamente imaginar o que aconteceu. E cá vai a minha teoria, baseada em tudo o que ouvi e li.

Renato, queria ser modelo. Para isso, a melhor ideia que teve foi mandar um mail ao Carlos Castro dizendo que ele poderia ajudá-lo. Carlos Castro, gato assanhado, pediu-lhe uma fotografia de rosto e de corpo e assim que a recebeu disse ok, eu ajudo-te, sai lá de Cantanhede e vem conhecer-me a Lisboa.
Foram jantar e sem que Renato percebesse, já estava inscrito num concurso de Tv da Fátima Lopes e até teve de comprar uma agenda para marcar todos os compromissos que entretanto lhe surgiram. Jantar com o Carlos e o Zeca no Tavares; Ir ao Trumps com o Carlos e o Ruizinho; Ir a um casting para os morangos com açúcar verão; etc.
Quando chegou ao Natal, Carlos já não largava Renato por nada deste mundo e Renato pensou, este gajo é querido, prometeu que me levava a desfilar a Paris e a NY, tão amigo. Será que sou gay por ele me ter feito uma festinha na nuca?
Entretanto chegou o Natal, Renato voltou a Cantanhede, e na noite de 24 de Dezembro recebeu um sms do Carlos que dizia: Querido, vamos para NY os dois, vais desfilar, vai ser óptimo. Beijo.
Renato ficou feliz feliz. Contou à mãe e à treinadora que segundo o telejornal, é a sua 2ª mãe. E pensou, será que ter respondido ao Carlos com um beijo é porque ele me pegou a gayzice.
Dia 28 partiu.
E quando adormeceu ja em NY pensou, será que por estar a dormir nu, na mesma cama que o Carlos, sou gay?
Nos dias seguintes habituou-se à ideia e mesmo quando Carlos entrou a meio do seu duche dizendo que era para poupar água, ele não se importou. Passaram os dias a ir aos musicais, aos casinos e às festas Eyes Wide Shut.
Renato, começou a ter saudades da mãe e da outra mãe e até lhes ligou a dizer que já estava farto daquela vida de festas esquisitas, que a comida lhe sabia mal e tudo.
Até que um dia, ao deitar, Carlos tentou. Renato disse que lhe doía a cabeça. Mas Carlos insistiu. Pediu um vinho ao room service. Renato disse, deixa-me em paz. Carlos, disse, tu não me falas assim meu menino. Renato responde e tu não me voltas a encostar a garrafa de vinho no rabo que está fria ó meu palerma! Carlos responde, mas quando é que nós fazemos amor?!!  Renato diz, nunca oh paneleiro! Eu ainda não sou gay! Carlos: és és! Renato: Não sou não! Carlos: és! Renato: Não sou! Quem diz é quem é, cara de chulé! Carlos: és! Senão estás aqui a dormir comigo porquê? Renato: Por causa do dinheiro!!
E Carlos lá se calou. E as hospedes portuguesas que estavam no hotel, lá desencostaram as orelhas da porta do quarto e voltaram para a recepção ver quem entrava.
No dia seguinte, Renato estava nervoso, sentia um ardor esquisito lá em baixo, mas não sabia porquê. Não se lembrava do resto da noite. Já eram 17h. Até que viu uns pozinhos, uns comprimidinhos e um preservativo caídos ao lado da cama. De repente percebeu tudo. “este cabrão drogou-me e violou-me! Ele vai ver!”
Neste momento, Carlos acordou a sorrir, olhou para ele e disse, olá querido, ontem soube-te bem não foi? Vês como és..
Antes de acabar a frase, Carlos levou com um computador na cabeça. Renato agarrou no saca-rolhas e fez o que já se sabe. E passado uma hora, saiu do Hotel, passou por duas amigas que perguntaram por Carlos e respondeu: Ele nunca mais sairá deste hotel. Muuuahahahahahahahah!!

Passado uma hora, estava na brooklyn bridge a cortar os pulsos porque teve um raio de consciência e percebeu que estava fodido. 

Só pode ter sido isto.

Mensagem de Ano Novo

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Written on sexta-feira, janeiro 07, 2011 by Maria


This is why I love u :)